Ferreira viajou com uma irmã da vítima e fez o reconhecimento oficial do corpo, mas não tinha dinheiro para trazê-lo para o Brasil. Uma campanha iniciada nas redes sociais por amigos de Priscila arrecadou menos de R$ 800, bem abaixo dos R$ 25 mil necessários para o traslado. De acordo com o advogado José Carlos dos Santos, de Corumbá, com a demora, o transporte ficou inviável pois o corpo está entrando em decomposição.
Com a liberação do corpo pelos legistas bolivianos, a família tem cinco dias para providenciar a cremação, que tem custo de US$ 1,6 mil, equivalentes a quase R$ 6,5 mil. O advogado vai pedir a interferência do Consulado brasileiro para que o corpo seja cremado sem custos para a família. As cinzas seriam enviadas para Campinas.
Priscila desapareceu após viajar como sacoleira para fazer compras de roupas em Puerto Quijarro. O corpo foi encontrado em um terreno baldio com ferimentos e marcas de violência sexual.