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Pode haver 'algum tipo de transgressão' no governo Bolsonaro, diz Queiroga - Politica - Estado de Minas-lugardafinancas.com

Jornal Estado de Minas

CPI DA COVID

Pode haver 'algum tipo de transgressão' no governo Bolsonaro, diz Queiroga

Em meio às apurações da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que, na administração pública, incluindo União, estados e municípios, "pode haver algum tipo de transgressão". Ele havia sido questionado sobre supostas irregularidades no âmbito da negociação de vacinas contra COVID-19 que estão sendo investigadas pela comissão.





"O ministério tem um setor de integridade. Então, toda vez que há alguma denúncia, essas denúncias são apuradas. E, de acordo com a apuração, as providências, elas são tomadas. Vocês já viram que nós, aqui, somos céleres na tomada de decisão, seguindo a determinação do presidente da República. O que nós queremos é que cada centavo que vem do imposto que nós pagamos, ele sejam aplicado de maneira própria", disse o ministro.

"Naturalmente que, em uma administração pública gigantesca, como é do Estado brasileiro, não só na União, mas também nos entes subnacionais (estados e municípios), pode haver algum tipo de transgressão. Se houver, nós temos a lei. E a lei, ela é igual para todos", acrescentou Queiroga a jornalistas nesta segunda-feira (19/07).

A CPI está de recesso por 15 dias, e retorna aos trabalhos, com as oitivas, no dia 3 de agosto. Até lá, equipes de técnicos formadas por senadores vão atuar na análise de documentos que já chegaram à comissão, incluindo as quebras de sigilo.

No último final de semana, o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), disse que o chamado G7, grupo de senadores da base e oposição que formam maioria na CPI, faria uma divisão entre as frentes a serem apuradas. A ideia é que, com o volume de informações que se tem, a apuração seja distribuída entre os parlamentares, para que no decorrer das oitivas, a CPI não acabe deixando assuntos para trás.




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