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Rivais mineiros na liderança do nosso futebol-lugardafinancas.com
Paulo Galvão
Paulo Galvão
Jornalista formado pela PUC Minas
Dois Toques

Rivais mineiros na liderança do nosso futebol

Como a janela de transferências seguirá aberta no Brasil até 3 de março, este ranking certamente sofrerá alterações

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O primeiro clássico entre Atlético e Cruzeiro em 2026 será no próximo domingo, às 18h, no Mineirão, mas a disputa entre os tradicionais rivais mineiros está a pleno vapor há algumas semanas, com ampla repercussão nacional. Afinal, ambos são os clubes que mais investiram em reforços entre os grandes clubes brasileiros neste início de temporada, superando, juntos, os R$ 310 milhões em novos atletas.

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Terceiro colocado no Campeonato Brasileiro, atrás apenas de Flamengo e Palmeiras, e semifinalista da Copa do Brasil no ano passado, o time celeste concentrou seus esforços na aquisição dos direitos do meio-campista Gerson, pagando ao Zenit-RUS 27 milhões de euros (cerca de 169 milhões), na maior contratação da história do Brasil. Também buscou um jogador de área para o lugar de Bolasie, contratando Chico da Costa, do Cerro Porteño-PAR, por US$ 1 milhão (ou R$ 5,5 milhões).


Outro grande esforço foi na manutenção de seus principais destaques, rechaçando investida pesada do Flamengo por Kaio Jorge. Para isso, deu aumento salarial ao artilheiro e também renovou o contrato do meia Matheus Pereira, que venceria em junho e agora vai até o fim de 2028.


Já o Atlético até chegou à decisões importantes nos últimos dois anos, mas deixou a desejar. Para voltar a dar alegria à torcida, a diretoria investiu, até o momento, cerca de 22 milhões de euros (quase R$ 137 milhões) para contratar o lateral-direito Preciado, o meio-campista Victor Hugo e os atacantes Alan Minda e Cassierra, além do zagueiro Vítor Hugo, que teve os direitos adquiridos depois de período de empréstimo.


Parte desses recursos veio da venda do zagueiro Bruno Fuchs para o Palmeiras, por 4 milhões de euros (cerca de 25 milhões), e do lateral-esquerdo Guilherme Arana para o Fluminense, por 5 milhões de euros (R$ 31,3 milhões). O Galo ainda busca um zagueiro e um volante, mas na avaliação do próprio controlador da SAF alvinegra, Rubens Menin, fez até aqui uma janela “consistente e com responsabilidade”.


Os valores gastos pelos rivais mineiros ainda podem subir, não só pela chegada de novos atletas, mas também por muitos contratos preverem o pagamento de bônus por parte do contratante se o atleta atingir metas. No caso de Gerson e de Cassierra, seriam até mais 3 milhões de euros, ou R$ 18,8 milhões, cada.


Com base em dados do site “Transfermarket” disponíveis até ontem, atrás de Atlético e Cruzeiro está o Bragantino, com 15,4 milhões de euros (R$ 96,4 milhões) investidos em novos atletas, com destaque para Wallace Yan, tirado do Flamengo por 10 milhões de euros (R$ 62,6 milhões). O valor é parecido com o gasto pelo rubro-negro com a contratação de Vitão, zagueiro do Internacional, que custou R$ 63,85 milhões, além de o time da Gávea ter desembolsado 1,5 milhão de euros (R$ 9,4 milhões) para tirar o goleiro Andrew do Gil Vicente-POR.


Acima do Fla está o Grêmio, com 12,3 milhões de euros (R$ 77 milhões) gastos em contratações. O grande alvo foi o atacante Tetê, do Panathinaikos-GRE, que custou 6,2 milhões de euros (R$ 38,8 milhões), além do lateral-esquerdo Marlon, cujos direitos pertenciam ao Cruzeiro e custaram R$ 21,9 milhões.


O Palmeiras vêm na sequência do time carioca, com 9,92 milhões de euros (R$ 62,1 milhões) gastos nesta janela. Além do já citado Bruno Fuchs, mais da metade do dinheiro foi usada para tirar o volante Marlon Freitas do Botafogo: R$ 32 milhões.


O sétimo clube brasileiro que mais gastou até agora, segundo a publicação alemã, foi o Fluminense, que desembolsou 8,6 milhões de euros (R$ 53,83 milhões) para, além de tirar Arana do Atlético, buscar o zagueiro Jemmes do Mirassol por R$ 22,54 milhões. Já o Bahia gastou 7,16 milhões de euros (R$ 44,81 milhões), enquanto o Vasco chegou a 6,5 milhões de euros (R$ 40,7 milhões, sendo 5,5 milhões de euros (R$ 34,43 milhões) com o atacante colombiano Andrés Gómez, que estava no Rennes-FRA. Fechando o Top 10, aparece o Athletico-PR, com 4,2 milhões de euros (R$ 26,3 milhões) investidos em dois argentinos, o meia Portilla e o lateral Benavídez.

Janela segue aberta


Por outro lado, três dos 20 clubes da Série A do Brasileiro clubes ainda não gastaram nada com contratações em 2026: Chapecoense, Corinthians e Remo. Isso não significa que eles não se reforçaram, apenas que buscaram jogadores livres no mercado ou por empréstimo.


Como a janela de transferências seguirá aberta no Brasil até 3 de março, este ranking certamente sofrerá alterações. Se o Flamengo conseguir repatriar Lucas Paquetá, por exemplo, assumirá a liderança. Mas está muito interessante ver os rivais mineiros na ponta novamente. Ainda que seja em gastos com contratações.

As opiniões expressas neste texto são de responsabilidade exclusiva do(a) autor(a) e não refletem, necessariamente, o posicionamento e a visão do Estado de Minas sobre o tema.

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