Nos últimos dias, a “negociação Gérson” tomou conta dos noticiários esportivos. Não importa de onde é a mídia, se de Minas Gerais, de São Paulo, do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Sul, da Bahia, de Pernambuco, e por aí afora.
E um detalhe me chama a atenção: o quanto ele, Gérson, movimentou, em dinheiro, em toda a sua carreira. Isso mesmo. É muito dinheiro, mais do que se poderia imaginar.
No total, foram R$ 774.375.000. Na moeda européia, 119,1 milhões de euros. Na venda do Fluminense para a Roma, 18 milhões de euros. Da Roma para o Flamengo, 13 milhões de euros. Do Flamengo para o Olympique de Marselha, 20,5 milhões de euros. Do Olympique de Marselha para o Flamengo, 15 milhões de euros. Do Flamengo para o Zenit-RUS, 25 milhões de euros. E do Zenit-RUS para o Cruzeiro, 27,6 milhões de euros.
É muito dinheiro. Isso, em apenas oito anos, de 2018 para cá.
Mas espere um momento. Se o Gérson movimentou isso tudo e seu passe vem valorizando ano a ano, quanto valeria, hoje, o passe de Pelé? Quanto custaria comprar, hoje, Pelé, o maior de todos os tempos. Não venham me falar de Cristiano Ronaldo, que nunca, mas nunca mesmo, será maior que o nosso Rei.
Pois resolvi pesquisar. Fui atrás e cheguei na Inteligência Artificial (I.A.) para conseguir encontrar um valor. Não é que consegui, através do site Chat GPT?!
Pois pasmem. O preço do passe de Pelé, o maior gênio do futebol, em todos os tempos, custaria, hoje, R$ 2,4 bilhões. Isso mesmo. Esse seria o preço que um time teria de pagar para comprar Pelé do Santos.
Aliás, Pelé nunca saiu de lá enquanto jogou. Só quando se despediu, aceitou jogar pelo norte-americano Cosmos, assim mesmo porque foi seduzido por um propósito: alavancar o futebol, o nosso futebol no país do país da bola oval. Por isso interrompeu a aposentadoria e voltou às quatro linhas.
Ele valeria muito mais que qualquer outro jogador no mundo, fosse hoje, fosse alguns anos atrás.
Para se ter uma ideia, o jogador mais valioso da atualidade é o espanhol Lamine Yamal, de 18 anos, que joga no Barcelona. Seu passe está avaliado em R$ 2,1 bilhões. É muito dinheiro, é, mas menos que Pelé. O segundo jogador mais caro do mundo hoje, o norueguês Erling Haaland, do Manchester City, está avaliado em R$ 1,6 bilhão. O terceiro jogador mais caro é o francês Kylian Mbappé, do Real Madrid, cujo passe custa R$ 1,2 bilhão.
E quanto valeriam outros badalados? Por exemplo, o português Cristiano Ronaldo, que os europeus tentam empurrar goela abaixo do mundo, que ele será maior que Pelé, se chegar aos mil gols? Ele tem o mesmo valor de mercado que Mbappé: R$ 1,2 bilhão.
E Messi, onde fica nisso? O preço do passe de Messi estaria em torno de R$ 2 bilhões, ou seja, atrás apenas de Pelé e de Yamal.
Mas o que importa, mesmo, é que Pelé segue como o mais valioso. Muito mais que até dois jogadores entre os melhores do mundo, hoje, juntos.
Pelé, o único jogador a marcar mais de mil gols – são 1.283 no total. Foi quem mais jogou Copas do Mundo, quatro, e também quem mais ganhou, três.
Os europeus querem que a gente engula que Cristiano Ronaldo será o maior se ultrapassar mil gols – já marcou 959. Alegam que muitos dos gols de Pelé não tem registro. Não contam, por exemplo, amistosos.
Então, tá. É só dividir o número de gols de Pelé, pelo número de jogos. É muito menos que Cristiano Ronaldo. Portanto, proporcionalmente, Pelé marcou muito mais que o português.
Ora pois, Pelé é o maior de todos.
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