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Esperar que Paquetá seja o trunfo no Mundial é piada-lugardafinancas.com
Jaeci Carvalho
Jaeci Carvalho
Coluna do Jaeci

Esperar que Paquetá seja o trunfo no Mundial é piada

Me admira muito Carlo Ancelotti pensar assim. Logo ele, acostumado a gerir e dirigir estrelas mundo afora

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Lucas Paquetá voltou ao Flamengo, depois de 8 anos, comprado por quase R$ 300 milhões, uma quantia inimaginável até pouco tempo no futebol brasileiro. Tudo bem que o Flamengo fatura R$ 2 bilhões por ano e reservou R$ 1 bilhão para contratações nesta temporada, mas pagar tudo isso por um jogador comum, só porque ele foi elogiado por Guardiola, é demais. O técnico espanhol erra também e errou feio ao avaliar o meio-campista. Sou da opinião de Romário, que disse: “Paquetá, na minha época, não serviria nem para levar água aos jogadores do banco de reservas”. Concordo e assino embaixo, pois o “Baixinho” foi um dos gênios do nosso futebol. Querem dar a Paquetá um status que ele nunca teve e a “cadeira cativa” na Seleção está lá. Me admira muito Carlo Ancelotti pensar assim. Logo ele, acostumado a gerir e dirigir estrelas mundo afora entender que Paquetá será fundamental para o hexa, que só existe na cabeça dos “Pachecões”. Mesmo sabendo que se o Brasil avançar em primeiro no seu grupo deverá pegar Japão e uma outra seleção fraca nas oitavas de final não acredito em taça. Acho que vamos ficar pelo mesmo caminho que temos ficado nas últimas edições: nas quartas de final.

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Ancelotti é técnico e não milagreiro. O Brasil não tem mais aquela safra de grandes jogadores, haja vista que Casemiro, Marquinhos, Alisson, Danilo, AlexSandro e outros engôdos, fracassados em dois Mundiais, fazem parte da “panela” do técnico italiano. Vejo a França com uma geração excepcional, campeã em 2018, vice em 2022, como uma das finalistas. A outra será Inglaterra ou Argentina. Ainda tem Espanha, Portugal e Holanda, com futebol de primeiríssima linha. Estamos bem atrás das seleções citadas, mas somos soberbos e ainda achamos que praticamos o melhor futebol do mundo. De 2007 para cá, somente técnicos gaúchos dirigiram nosso escrete, e está aí a explicação para tantos fracassos. É o futebol do “pega, marca, dá porrada, vamos jogar por uma bola”. Você não vê um técnico gaúcho mandar tabelar, driblar, dar uma caneta, jogar bonito!


Infelizmente, os clubes brasileiros, de pires nas mãos, vendem seus jogadores ainda jovens, para fazer caixa, e o garoto, que deveria ser lapidado em território brasileiro, partem cedo para a Europa, sem a maturidade ideal. A maioria volta jurando amor ao clube e ganhando até mais do que ganhava no Velho Mundo. Num país que está beirando o abismo, como o Brasil, realmente é uma irresponsabilidade dos clubes, com raríssimas exceções. Estão superestimando jogadores absolutamente normais, como Paquetá e Gerson, que, aliás, jogaram juntos no Flamengo. E ainda há suspeitas sobre Paquetá, mesmo a justiça inglesa não tendo uma prova cabal, no caso da manipulação de cartões, para condená-lo. Ele e Bruno Henrique, denunciado pela PF e indiciado, agora estão no mesmo time. Vocês apostariam neles?

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Se o Brasil pensa realmente que Paquetá será o 10, o cara do hexa, pode “tirar o cavalinho da chuva”. Jogador bem comum, que ficou anos no West Ham, brigando para não cair, fazendo um golzinho aqui e outro ali. Se o Cruzeiro pensa que Gerson será o diferencial para ganhar taças, pode esquecer também. É um bom jogador de meio-campo e não passará disso. Os números no futebol brasileiro assustam qualquer mortal. Jogadores custando milhões de euros, ganhando salários na cada de R$ 3 milhões. Realmente, “Alice no País das Maravilhas”, definitivamente, chegou ao nosso futebol. Não tenho ilusões, como os “nutellas”, afinal, vi, convivi e cobri os melhores de todos os tempos, inclusive, treinadores do mais alto nível, como Zagallo, Parreira, Telê Santana, Carlos Alberto Silva, Vanderlei Luxemburgo. Perder tempo com esses “professores” de hoje não é pra mim. Aliás, técnico que se autointitula “professor” precisa mesmo é aprender. Professor de verdade é quem ensina, e os técnicos brasileiros, da atualidade, não têm nada a ensinar.

As opiniões expressas neste texto são de responsabilidade exclusiva do(a) autor(a) e não refletem, necessariamente, o posicionamento e a visão do Estado de Minas sobre o tema.

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