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CINEMA

Ator de 'O agente secreto' revela improviso do diretor em cena crucial

Mineiro Carlos Francisco, que vive o projecionista Alexandre, sogro de Marcelo (Wagner Moura), falou sobre o filme após exibição na Mostra de Tiradentes

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Logo após a exibição de "O agente secreto" na 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes, na tarde deste sábado (31/1), no Cine Tenda, foi realizada uma roda de conversa sobre o longa de Kleber Mendonça Filho, intitulada "O filme brasileiro que conquista plateias e prêmios pelo mundo afora".

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O encontro contou com parte do elenco, além do diretor assistente, Leonardo Lacca, e um dos responsáveis pela distribuição do filme, Bernardo Lessa.

O ator mineiro Carlos Francisco, que interpreta o senhor Alexandre, sogro do personagem de Wagner Moura, que tem uma atuação de destaque na trama, contou ao público sobre esse novo trabalho com o cineasta pernambucano.

Ele havia trabalhado em "Bacurau"(2019) e descreveu como é atuar sob a batuta do diretor pernambucano.

Antes da exibição do filme, a mesma equipe que participou da roda de conversa foi apresentada e efusivamente aplaudida pelo público que lotou o Cine Tenda.

No bate-papo com o público, Carlos Francisco ressaltou a união do elenco. "Nós, que trabalhamos em 'Bacurau', nos relacionamos até hoje. Quando acaba a produção, em geral o grupo também acaba, mas o 'Bacurau' existe até hoje, nos falamos quase diariamente", contou.

"Com 'O agente secreto' está sendo a mesma coisa. Algumas pessoas de 'Bacurau' estão em 'O agente secreto', então tem pessoas de quem realmente fiquei mais próximo", acrescentou.

Ele destacou, ainda, a preocupação do diretor em destacar a pluralidade representada pelo elenco, com atores de diversos estados do país, sem deixar de explorar o regionalismo.

"Em uma cena, quando Alexandre sai do cinema e vai para a repartição, ele fala assim: 'Eu vou sair, mas não demoro muito, coisa de dez minutos estou de volta'. Kléber acrescentou na hora 'se o Santa ganhar eu pago a cerveja'", contou.

"Ele introduz aí um aspecto cultural de Recife ao citar o Santa Cruz, essa relação da cidade com o futebol. Isso reverbera no filme. Tem essa sacada do Kleber, de introduzir pequenas coisas daquele universo cultural da cidade", comentou.

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*O repórter viajou a convite da Mostra de Tiradentes

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