SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Quanto Bad Bunny recebeu para se apresentar no intervalo do Super Bowl deste domingo? Bem pouco. 

A NFL, National Football League, a liga do futebol americano dos Estados Unidos, cobre os custos do show, que podem chegar a milhões de dólares, mas os artistas - tanto o porto-riquenho como os que se apresentaram em edições anteriores - recebem o cachê mínimo estipulado pelo sindicato Screen Actors Guild-American Federation of Television and Radio Artists. 

Isto equivale a cerca de US$ 1.000, ou R$ 5.200, uma quantia insignificante para megaestrelas como Bad Bunny, Rihanna e The Weeknd. 

Os artistas aceitam o convite pela exposição gigantesca que o Super Bowl proporciona, o que pode acarretar mais streamings e convites para outros shows e apresentações futuras, como foi o caso de Shakira, Justin Timberlake e Bruno Mars, que já tocaram no intervalo. 

"Quando você tem a oportunidade, como artista, de subir em um palco e alcançar 250 milhões de pessoas ao mesmo tempo, e isso sem contar as redes sociais, o streaming e a possibilidade de as pessoas assistirem novamente, acho que esse é um dos palcos mais importantes do entretenimento ao vivo", disse Jon Barker, vice-presidente sênior e chefe global de grandes eventos da NFL, ao site The Athletic, do New York Times. 

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O show do intervalo do Super Bowl é um dos momentos de maior audiência da TV americana, e também extrapola as fronteiras do país. A performance deste domingo deu continuidade ao ótimo momento vivido pelo cantor. Seu disco "Debí Tirar Más Fotos" foi consagrado como álbum do ano no Grammy na semana passada, a primeira vez que um disco todo em espanhol fatura o prêmio máximo.

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