Escolher o nome é uma das etapas mais desafiadoras na abertura de um negócio. Mais do que uma decisão estética ou comercial, ele representa o primeiro convite à experiência que o cliente terá. Antes mesmo do cardápio, o nome já conta uma história – sugere afeto, desperta lembranças ou antecipa o que está por vir.
Na gastronomia, chefs e empresários têm buscado em avós, personagens históricos, figuras simbólicas e nomes próprios uma forma de construir identidade e se diferenciar em um mercado cada vez mais competitivo. O nome, nesse contexto, deixa de ser apenas uma identificação e passa a funcionar como narrativa e estratégia.
Para Simone Lopes, analista técnica do Sebrae Minas e coordenadora do Prepara Gastronomia, iniciativa voltada ao setor de alimentação fora do lar, tudo começa na história que se quer contar. “Na gastronomia, quando a gente pensa na concepção de um empreendimento, tudo está ligado à história que você quer contar para o cliente. Quando alguém escolhe comer fora de casa, espera mais do que se nutrir: quer viver uma experiência e se conectar com aquele lugar”, explica.
Mas se engana quem acredita que a força do nome, sozinha, sustenta um negócio. Ele é, sobretudo, a porta de entrada para a experiência que o proprietário deseja oferecer e essa promessa precisa se cumprir à mesa. No fim das contas, é a comida que faz com que o nome permaneça na memória do cliente.
Segundo Simone, o nome pode – e deve – ser um argumento de atração, mas precisa dialogar com o público que o negócio deseja alcançar. “Ele mexe com o saudosismo, com a memória afetiva, mas precisa conversar com o cliente ideal. Se o empreendedor escolhe homenagear alguém que não faz sentido para a geração que ele pretende atender, talvez essa escolha não seja tão estratégica”, alerta.
Inspiração mediterrânea
Foi a partir dessa combinação entre narrativa, coerência e experiência que Jorge Ferreira criou o Olivia Contemporâneo, no Bairro Vila da Serra, em Nova Lima, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Antes de batizar o restaurante, o chef se debruçou sobre o que realmente queria comunicar por meio da gastronomia. Mais do que definir um cardápio, ele buscava entender que tipo de cozinha desejava apresentar e quais referências traduziriam melhor sua trajetória e seus gostos pessoais.
“Quando surgiu a oportunidade de abrir um negócio, quebrei muito a cabeça pensando no tipo de gastronomia que queria fazer. Comecei a escrever sobre isso, quase como uma conversa comigo mesmo”, conta.
Nada é por acaso: a presença dos frutos do mar e o nome Olivia remetem à cozinha mediterrânea
Ao reler suas próprias anotações, o chef percebeu que as características se repetiam em uma relação mais direta com os ingredientes. A resposta estava ali, uma cozinha de inspiração mediterrânea. Nas pesquisas e estudos sobre essa culinária, um elemento se destacava como base dessa gastronomia: o uso do azeite de oliva, em substituição a gorduras mais pesadas como manteiga e creme de leite.
“O azeite está muito ligado à ideia de saúde, longevidade, sabor e aroma. É algo que gosto muito e que tem tudo a ver comigo”, explica.
Foi desse ingrediente simbólico que surgiu o nome. Do azeite às oliveiras, das oliveiras à oliva, referência direta às línguas italiana e espanhola. Ainda assim, Jorge não queria um nome que remetesse de forma literal a um produto específico. “Olivia apareceu quase naturalmente. É um nome elegante, bonito e, para mim, muito importante também do ponto de vista fonético. Um nome fácil de pronunciar, sem acento, sem sotaque, que pudesse ser dito por qualquer pessoa”, afirma.
No ano passado, a casa foi repaginada, mudando o cardápio e a culinária, que passou de mediterrânea para contemporânea, mas sem perder a essência. “Hoje é um restaurante mais abrangente. O cardápio é mais completo, não trabalha exclusivamente com frutos do mar e peixes do Mediterrâneo. Faço uma cozinha mais autoral, como o Olivia sempre foi”, explica o chef.
No cardápio, alguns pratos funcionam como marcadores da identidade do Olivia. Presente desde a inauguração, o polvo grelhado no azeite defumado com cuscuz marroquino, legumes e castanhas (R$ 149) sintetiza a essência da casa, baseada em técnica, leveza e respeito ao ingrediente.
Já a entrada de chips de arroz negro com camarões, tangerina e aioli defumado (R$ 65) revela a busca por contraste e evolução no paladar, enquanto a costela assada no próprio molho com tâmara, rosti de mandioca e cebola brûlée (R$ 105) reforça a proposta de uma cozinha autoral.
Apelido de infância
Em outros casos, há chefs que encontram a inspiração logo ali, na própria trajetória. Foi assim com o Caê, do chef Caetano Sobrinho, que também buscava um nome autoral e carregado de significado. Com cardápio e decoração definidos, faltava apenas a palavra que resumisse o projeto. “Só faltava o nome que me saltasse aos olhos”, lembra.
A solução veio pelo caminho mais direto e honesto. “Fui para o mais fácil: meu apelido. Todo mundo já me conhece como Caê, isso tem a ver com a minha história”, conta.
O apelido do chef Caetano Sobrinho resume a proposta do restaurante Caê, que serve pratos simples, diretos e conectados com a memória
Com oito anos de existência e localizado no Bairro Carmo, Região Centro-Sul de BH, o Caê nasceu como uma cozinha mais brasileira, de pratos simples, diretos e conectados à memória e à vivência do chef. “Juntou a fome com a vontade de comer, literalmente”, resume Caetano.
O cardápio é construído a partir de lembranças afetivas, reunindo pratos que o próprio chef comia na infância. A decoração acompanha essa narrativa e traz homenagens à família, com referências à fazenda do avô e à vida na roça. “Tem muita coisa da minha família, da história da roça. É manter esse pé na tradição e na família”, explica.
Segundo o proprietário, o prato que melhor expressa a personalidade do Caê é, sem dúvidas, o frango com catupiri e cogumelos da Dona Juçara (R$ 89), em homenagem à mãe de Caetano. O prato é servido com arroz soltinho e chips de tubérculos. “É uma comida que eu como desde que me entendo por gente. Era um prato de fim de semana lá em casa quando eu era mais novo”, relembra.
Entre os mais pedidos do restaurante, estão, ainda, o arroz de rabada com agrião, cebola crocante e coalhada seca (R$ 79) e o filé ao poivre, servido com arroz sujo no molho e cebola crocante (R$ 109).
Escolha mística
No Ofélia Bar, no Santa Efigênia, o nome não surgiu com consenso imediato, pelo contrário. A referência inicial veio da personagem Ofélia, de Hamlet, de Shakespeare, eternizada na pintura de John Everett Millais, mas a associação não agradou ao diretor da casa, Bruce Moreira. “Detestava a ideia. Aquela Ofélia morre por causa de um homem, e aquilo não fazia sentido para mim”, conta.
A virada aconteceu de forma quase mística. No momento de assinar o contrato de locação do imóvel, Bruce descobriu que a antiga proprietária, já falecida, se chamava Ophélia. O acaso serviu como gatilho para a escolha do nome, mas com a criação de uma nova personagem: uma Ofélia reinventada, feminista, intensa, de coração generoso e espírito livre.
Ofélia é uma personagem criada para dar vida ao conceito do bar onde são encontrados drinques reproduzidos em cartas de tarô
A partir daí, Bruce construiu um storytelling que atravessa arquitetura, decoração, cardápio e programação da casa. Essa Ofélia é uma mulher que viveu muitas experiências, viajou pelo mundo, teve romances, abandonou projetos, se reinventou. Cada cômodo do bar traduz um fragmento dessa história, como a cama no teto que simboliza uma mulher que enxerga o mundo de cabeça para baixo, em desacordo com valores contemporâneos.
O lado místico da personagem também se manifesta no bar: os drinques são apresentados como cartas de tarô (há leitura de tarô duas vezes por semana) e uma atmosfera que convida à introspecção e ao encontro. “Mais do que o nome, é o que você cria a partir dele. Nome sozinho não diferencia ninguém. É a experiência que faz o público entender quem você é”, reflete Bruce.
A culinária acompanha essa narrativa viajante e híbrida. O cardápio mistura referências mineiras, asiáticas e espanholas, como o Sorriso do Espanhol, união de fideuá (prato típico da Espanha que lembra paella) com risoni (massa no formato de arroz), camarões no sofrito, presunto de Parma e maionese de chipotle (R$ 88,90); o Rei Momo (R$ 49,40), trouxinhas orientais de frango ao estilo tibetano, e o homus com cenouras e pétalas de cebola confitadas (R$ 39,90), opção vegana que acompanha acompanha o pão indiano naan.
Entre os drinques, cartas como A Morte (R$ 35,90), que leva vodca, xarope de morango, limão e Gum Nero (xarope de carvão vegetal), e A Roda da Fortuna (R$ 34,90), com uísque, vinho rosé, limão, xarope de romã, folhas de manjericão, xarope de açúcar e espuma de espumante, traduzem o tarô em sabores.
Figura lendária
Se no Ofélia o nome nasce da reinvenção, no Madame Geneva ele vem diretamente da história. A casa se inspira em uma figura lendária inglesa associada aos excessos do gim durante a Revolução Industrial. “Cada vez que alguém morria por causa do consumo exagerado da bebida, dizia-se que tinha sido a Madame Geneva quem havia levado a pessoa”, explica a proprietária Isabel Leite.
O nome Geneva deriva de “Jenever”, bebida holandesa à base de zimbro que dá origem ao gim. Com três anos e meio de existência, o Madame Geneva, no Bairro Luxemburgo, traduz esse imaginário em um ambiente que remete aos cabarés dos séculos 18 ao 20, com referências teatrais e imagens de época espalhadas pelas paredes.
A coquetelaria é o coração da casa, com destaque para os drinques à base de gim, embora o cardápio não se restrinja a ele. Entre os mais pedidos, estão o Madame Geneva (R$ 39), com gim e xarope de especiarias; o Madame Butterfly (R$ 39), que combina gim, pimenta, Aperol e grapefruit; e o Madame du Châtelet (R$ 42), feito com uísque, palo santo, amaretto, limão-siciliano e baunilha.
Na cozinha, a tarte flambée (R$ 45), prato típico da Alsácia, região da França, com massa, creme azedo, cebola roxa e queijo gruyère, é um dos destaques.
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Exemplos de vida
Fundado em 1990, o Dona Lucinha, no Bairro São Pedro, carrega um nome que ultrapassa a ideia de restaurante. À frente da casa hoje, Márcia Nunes fala da mãe, Maria Lúcia Clementino, como alguém cuja trajetória na gastronomia mineira sempre esteve ligada à defesa da cultura alimentar do estado, muito antes de isso se tornar um discurso.
Antes mesmo de abrir o restaurante, Dona Lucinha já era reconhecida por seu trabalho como professora em uma escola rural no Serro, há mais de 70 anos, em uma época em que não existia merenda escolar. Ao perceber que seus alunos levavam alimentos simples, como batata-doce embrulhada em folha de bananeira, e sentiam vergonha do que traziam, decidiu agir.
Além de batizar o restaurante, Dona Lucinha deixou de legado valores e conhecimentos que se mantêm na essência da cozinha
“Ela reuniu os pais e disse: ‘ninguém aprende com fome’. Pediu ajuda para preparar a merenda com os ingredientes que eles já tinham, valorizando aquilo que produziam”, conta Márcia. O gesto simples se transformou em educação alimentar, autoestima e preservação de um patrimônio cultural.
Essa mesma filosofia atravessou décadas. Nos anos 1980 e 1990, Dona Lucinha percorreu o Brasil levando festivais de cozinha mineira a cidades como Belém, Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. O restaurante, aberto em BH em 1990 e hoje com uma unidade em São Paulo, mantém a didática e valores de Dona Lucinha. Nenhuma receita foi alterada ao longo do tempo: tudo segue artesanal, como sempre foi. “Mudar seria violar a memória dela”, afirma a filha.
No cardápio, pratos como feijão-tropeiro, acompanhado de arroz, linguiça, torresmo, ovo e couve (R$ 71); frango com quiabo com arroz, feijão, angu e couve (R$ 71); canjiquinha com costelinha, arroz branco, feijão, e couve (R$ 62); e costelinha com ora-pro-nóbis, também acompanhada de arroz branco, feijão e couve (R$ 71) sintetizam uma cozinha que não apenas alimenta, mas conta história.
Homenagem em vida
O Judite – Comida de Vó, localizado também no Bairro São Pedro, nasceu em um momento de necessidade. Durante a pandemia, com o negócio anterior parado, a chef Aline Soares encontrou nas receitas da avó Judite, cantineira de escola, criada na roça e mãe de nove filhos, uma forma de sobreviver. As primeiras lasanhas levaram o nome da avó e deram origem à marca.
Com o retorno das atividades presenciais, o projeto ganhou vida própria, agora voltado para o almoço e para a cozinha afetiva do dia a dia. “Além de ser uma homenagem em vida, Judite é meu lugar de segurança. É na beira do fogão que me sinto à vontade para cozinhar”, diz Aline. Judite representa, para a chef, a mulher brasileira: trabalhadora, cuidadora, forte. Durante três anos, o restaurante contou exclusivamente com mulheres na equipe. Hoje, a cozinha segue 100% feminina. “É uma forma de proteção, de cuidado e também de resistência”, afirma.
Para a chef Aline Soares, sua avó, Judite, representa a mulher brasileira, que combina a força do trabalho e a delicadeza do cuidado
Sem planejamento estratégico formal, o Judite cresceu de maneira orgânica, guiado pela memória e pela saudade. No início, havia apenas um prato do dia, como o tradicional angu com quiabo das segundas-feiras, pensado para equilibrar os excessos do fim de semana. Hoje, entre loja e delivery, são mais de 500 pratos servidos diariamente.
Os grandes protagonistas do cardápio são os acompanhamentos, feitos em escala impressionante: cerca de 1,5 tonelada de batata por semana. O feijão, temperado com cominho, desperta curiosidade entre os clientes. Pratos como galinhada com quiabo, acompanhada de ovo “molinho” e farofa crocante (R$ 48,90); frango empanado e frito com arroz, feijão, maionese e salada (R$ 42,90); e carne de panela com purê (R$ 52,90) completam o menu.
Referência social
O Elisa Café carrega o nome da avó paterna de Ana Elisa Saldanha, uma mulher que ela não chegou a conhecer, mas cuja presença atravessa gerações. Dona Elisa faleceu jovem, aos 39 anos, deixou 10 filhos e se tornou uma referência social na cidade onde viveu, tanto que hoje existe uma instituição infantil que leva seu nome.
Batizar o café com esse nome foi uma forma de trazer para o negócio não apenas a memória feminina, mas também um propósito social. “Mesmo sendo um empreendimento que precisa gerar lucro, a gente não pode esquecer desse lado humano”, afirma Ana Elisa.
Tanto o nome quanto o cardápio, que tem como destaque o biscoito de queijo, reforçam o vínculo familiar que norteia o trabalho no Elisa Café
Essa visão orienta todas as decisões da marca, desde a escolha dos parceiros produtores, baseada tanto na qualidade sensorial do café quanto na qualidade do relacionamento, até o papel das cafeterias como espaços de educação do café especial. Para Ana Elisa, formar baristas, torradores e jovens em primeiro emprego é parte da responsabilidade do negócio.
Embora o coração do Elisa seja a torrefação, a marca começou pelas cafeterias físicas como forma de educar o paladar e criar conexão direta com o cliente. Hoje, localizado no Bairro Funcionários e com cinco anos de existência, o espaço se tornou um ponto de encontro democrático, onde pessoas de diferentes perfis podem experimentar café de qualidade.
No cardápio, os itens mais emblemáticos reforçam o vínculo familiar: o biscoito de queijo (R$ 10), feito pela mãe de Ana Elisa na fazenda; o bolo de fubá com queijo canastra, também receita da mãe (R$ 12); e o pão de queijo com queijo da Canastra e chutney de goiabada apimentada (R$ 16).
Tradição de família
Além de um dos mais leais mosqueteiros da obra de Alexandre Dumas, D’Artagnan é também o nome do bistrô, no Bairro Lourdes, comandado pela chef Marise Rache, ao lado da irmã, a maître Denise. Mais do que uma referência literária, o nome é uma homenagem direta ao pai, D’Artagnan, figura central em uma família cuja vida sempre girou em torno da cozinha, das viagens e da mesa compartilhada.
Ao lado da esposa, Lygia, D’Artagnan costumava viajar pelo mundo em busca de bons restaurantes. De volta para casa, o casal reproduzia os pratos que mais haviam marcado as experiências gastronômicas vividas fora, sempre para as cinco filhas. “Minha casa sempre foi assim. Boas comidas, vinhos, gente chegando, gente sentando à mesa. Isso está no nosso DNA”, resume Marise, a caçula da família.
A formação culinária da chef também carrega esse legado afetivo. Além da mãe, Nadir, cozinheira que trabalhou por anos com a família, foi uma de suas grandes referências. Muitas das receitas que hoje integram o cardápio nasceram ali, entre panelas, conversas e memórias compartilhadas.
Enquanto o nome é uma homenagem ao pai, pratos como o sorvete de doce de leite resgatam receitas da mãe de Marise e Denise Rache
Camarão com requeijão acompanhado de arroz de coco e batata chips (R$ 139) e escalope de filé-mignon au poivre com tagliatelle ao creme (R$ 125) são pratos que definem a identidade da casa. De entrada, Marise cita o bolinho de arroz com queijo minas (R$ 39), feito a partir da receita da mãe e de Nadir. “É um bolinho que era feito na minha casa desde sempre”, conta.
Outras receitas carregam o mesmo peso afetivo, como o patê de fígado de pato ou de galinha, presença constante nos fins de semana em que a casa estava cheia, e a sobremesa que virou símbolo: o sorvete de doce de leite Lygia Rache (R$ 32), feito artesanalmente. “Desde que eu me entendo por gente, minha mãe tinha uma maquininha de sorvete e fazia esse doce de leite para a gente”, relembra.
Como escolher o nome do seu negócio?
Fonte: Simone Lopes – analista técnica do Sebrae Minas
- 1. Verifique questões legais e de direito autoral;
- 2. Defina o propósito do negócio e qual a sua essência;
- 3. Caso o nome seja uma homenagem a alguém, pense nos valores, na história e no legado dessa pessoa;
- 4. Pergunte-se: esse nome faz sentido para o meu cliente?;
- 5. Reflita sobre os valores da marca e como o nome pode expressar isso;
- 6. Considere a construção da marca a longo prazo. Ele ainda fará sentido se o negócio expandir ou mudar de formato?;
- 7. Observe o cenário da gastronomia e do empreendedorismo atual;
- 8. O nome funciona bem nas redes sociais? É fácil encontrar no Google? Tem domínio disponível para site? Esses pontos fazem muita diferença hoje;
- 9. Busque simplicidade e diferenciação;
- 10. Compartilhe as opções com pessoas de confiança ou com potenciais clientes.
Serviço
Olivia Contemporâneo
- Alameda Oscar Niemeyer, 1033, loja 18, Vila da Serra, Nova Lima
- (31) 99556-0952
- Segunda e terça, das 11h30 às 14h30;
- Quarta e quinta, das 11h30 às 14h30 e das 18h às 23h30;
- Sexta, das 12h às 15h30 e das 18 às 23h30;
- Sábado, das 12h às 16h30 e das 18h às 23h30;
- Domingo, das 12h às 16h30.
- @oliviacontemporaneo
Caê
- Rua Outono, 314, Carmo
- (31) 2528-2244
- De terça a quinta, das 18h à 00h;
- De sexta a sábado, das 12h à 00h;
- Domingo, das 12h às 17h.
- @caerestaurantebar
Ofélia
- Rua Rio Grande do Norte, 311, Santa Efigênia
- (31) 98373-4990
- Terça, das 18h às 23h;
- Quarta e quinta, das 18h à 00h;
- Sexta, das 18h à 1h;
- Sábado, das 15h à 1h.
- @ofelia.bh
Madame Geneva
- Rua Elias Antônio Jorge, 21a, Luxemburgo
- (31) 98482-1133
- De quinta a sábado, das 19h à 00h
- @madamegeneva_bh
Dona Lucinha
- Rua Padre Odorico, 38, São Pedro
- (31) 2127-0788
- De segunda a sábado, das 11h às 22h;
- Domingo, das 11h às 17h.
- @hdonalucinhamatriz
Judite - Comida de Vó
- Rua Major Lopes, 4, São Pedro
- (31) 98458-3223
- Segunda, das 11h30 às 15h;
- De terça a sexta, das 11h30 às 15h e das 17h às 23h30;
- Domingo, das 11h30 às 16h.
- @juditecomidadevo
Elisa Café e Torrefação
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- Rua Sergipe, 1149, Funcionários
- (31) 99855-1601
- De segunda a sábado, das 8h às 17h30;
- Dom, das 8h às 13h.
- @elisa.cafe
D'Artagnan Bistrô
- Rua Tomás Gonzaga, 593, Lourdes
- (31) 3295-7878
- Terça, das 19h à 00h;
- Quarta e quinta, das 12h às 16h e das 19h à 00h;
- Sexta a sábado, das 12h à 00h;
- Domingo, das 12h às 17h
- @dartagnanbistro
