Três meses depois, ainda não avançou a criação de um grupo de trabalho entre os Estados Unidos e o setor mineral brasileiro para tratar de minerais críticos. Embora a iniciativa tenha sido anunciada em outubro, o grupo não foi sequer instalado até o momento.
A ideia do grupo de trabalho surgiu a partir de conversas entre o encarregado de negócios da Embaixada americana no Brasil, Gabriel Escobar, e o setor privado brasileiro, com interlocução do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram).
O objetivo seria mapear oportunidades de cooperação e potenciais investimentos norte-americanos na produção mineral brasileira, em um contexto de maior disputa global por minerais utilizados transição energética, defesa e tecnologia.
O tema ganhou relevância nos últimos meses em meio ao esforço dos Estados Unidos para reduzir a dependência de outros mercados, especialmente da China, que concentra a maior reserva global de terras raras e minerais críticos.
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No caso do Brasil, segunda maior reserva, o interesse externo se soma ao debate interno sobre políticas de atração de investimentos, marco regulatório e estabilidade tributária para o setor mineral.
