Rico em vitamina C e fibras o maracujá acalma e ajuda na digestão. A farinha da casca controla glicemia e dá saciedade. Use polpa e chá com moderação e consulte médico se usar remédios.
Você já sentiu aquele cheirinho de maracujá e lembrou na hora de um suco gelado ou de uma sobremesa da infância? Presente em diferentes regiões do Brasil, essa fruta chama atenção não só pelo sabor marcante, mas também pelos possíveis impactos positivos na saúde, que ganharam ainda mais destaque em 2025 na culinária, na nutrição e no bem-estar.
Quais são os principais benefícios do maracujá para a saúde
De sucos a sobremesas, o maracujá aparece em preparos diversos pelo país. Além da polpa, a casca e até as sementes vêm sendo estudadas por conterem compostos que ajudam no equilíbrio do organismo, tornando a fruta uma aliada de quem busca uma alimentação mais organizada no dia a dia.
O maracujá é fonte de vitamina C, vitaminas do complexo B e minerais como potássio e magnésio, que ajudam no bom funcionamento de células, músculos e nervos. Ele também oferece antioxidantes, como carotenoides e flavonoides, que protegem as células contra o efeito dos radicais livres, ligados ao envelhecimento precoce.
Leia também: Morango em vaso dá certo? Veja como plantar e cuidar em casa
Como o maracujá ajuda na digestão e no controle de peso
No campo da digestão, o maracujá se destaca pela combinação de fibras e líquidos, que favorece um intestino mais regulado. Quando consumido com moderação, dentro de um plano alimentar equilibrado, tende a aumentar a sensação de saciedade e pode colaborar em estratégias de controle de peso definidas por profissionais de saúde.
A casca do maracujá, muitas vezes jogada fora, é rica em pectina, um tipo de fibra solúvel. Quando transformada em farinha e usada em receitas orientadas por nutricionistas, pode auxiliar na regulação da glicemia e do colesterol, além de contribuir para uma sensação de estômago cheio por mais tempo.
Quais são os efeitos da farinha da casca de maracujá
Para quem busca incluir mais fibras na rotina de forma prática, a farinha da casca de maracujá pode ser uma opção interessante. Ela costuma ser adicionada a iogurtes, frutas, vitaminas ou preparações caseiras, sempre respeitando a orientação individual de um profissional.
- Auxiliar na regulação da glicemia;
- Colaborar no equilíbrio dos níveis de colesterol;
- Promover sensação prolongada de saciedade;
- Contribuir para um trânsito intestinal mais regular.

O maracujá realmente ajuda a acalmar
Quando o assunto é relaxamento, o maracujá costuma ser lembrado quase automaticamente. Algumas espécies, como a Passiflora incarnata, possuem substâncias que podem agir no sistema nervoso central, sendo estudadas pelo possível efeito ansiolítico leve, geralmente em extratos padronizados presentes em chás e suplementos.
No dia a dia, é comum o uso de chá de maracujá para tentar dormir melhor ou enfrentar momentos de maior tensão. Ainda assim, especialistas lembram que a bebida não substitui tratamentos para ansiedade ou insônia; ela pode ser parte de um conjunto de cuidados que inclui alimentação equilibrada, rotina de sono organizada e, quando necessário, acompanhamento médico e psicológico.
Como o maracujá pode apoiar a imunidade e o coração
Além de ajudar no humor e na digestão, o maracujá também é lembrado pelo possível apoio ao sistema imunológico, principalmente por causa da vitamina C. Esse nutriente participa dos mecanismos de defesa do organismo e ainda ajuda na absorção do ferro de alimentos vegetais quando consumidos na mesma refeição.
O potássio presente na fruta está ligado à regulação da pressão arterial e ao equilíbrio de líquidos no corpo. Em um padrão alimentar com menos sódio e menos ultraprocessados, o maracujá pode contribuir para manter a saúde cardiovascular, enquanto seus antioxidantes são estudados pelo papel na proteção das células e na saúde da pele.
Para você que gosta dessa fruta, separamos um vídeo do canal MundoBoaForma com dicas de consumo e benefícios do maracujá:
Como incluir o maracujá na alimentação de forma segura
A melhor forma de aproveitar o maracujá é inseri-lo em um cardápio variado e equilibrado, sem exageros. A polpa pode entrar em receitas doces ou salgadas, e a casca e as sementes, quando bem higienizadas e preparadas, podem ser aproveitadas em preparos específicos, sempre com atenção à quantidade de açúcar usada em sucos e sobremesas, que pode impactar a glicemia.
Quem usa medicamentos contínuos, tem doenças crônicas ou está gestante deve ter cuidado especial com chás, extratos e suplementos de maracujá. Nesses casos, a avaliação profissional é essencial para verificar interações, doses adequadas e possíveis contraindicações, mantendo a fruta como aliada sem abrir mão da segurança.




