O Bolsa Família reforçou a fiscalização da frequência escolar. Escolas informam dados ao governo; crianças de 4 a 5 anos precisam de 60% de presença e alunos de 6 a 18 anos, 75%, sob risco de bloqueio e suspensão do benefício.
O Bolsa Família entrou em uma nova fase de fiscalização ao tornar a frequência escolar critério decisivo para manter o benefício. As escolas passaram a ter papel central no envio de dados ao governo, e faltas excessivas podem gerar bloqueio e até suspensão do auxílio.
O que mudou na fiscalização da frequência escolar?
As regras de educação sempre fizeram parte do programa, mas agora o acompanhamento se tornou mais rigoroso, com monitoramento contínuo e cruzamento automático de dados entre escolas e sistemas federais.
Isso significa que a presença em sala deixou de ser apenas formalidade e passou a influenciar diretamente a renda familiar, tornando a frequência escolar um dos principais pilares para a permanência no programa.
Confira o vídeo compartilhado pelo canal do YouTube Inss Passo a Passo falando mais sobre a nova fiscalização do Bolsa Família.
Qual é a frequência mínima exigida para manter o benefício?
Os limites de faltas variam conforme a idade do estudante e são verificados regularmente pelas redes de ensino, que informam os dados ao governo. As porcentagens obrigatórias de presença são as que você vê a seguir.
- Crianças de 4 a 5 anos precisam atingir pelo menos 60% de frequência.
- Estudantes de 6 a 18 anos devem manter no mínimo 75% de presença.
O que acontece quando o aluno falta além do permitido?
O benefício não é cancelado de forma imediata quando a frequência cai, pois existe um processo administrativo com etapas progressivas, que permite correção da situação antes de medidas mais severas.
Esse fluxo foi criado para garantir direito à informação às famílias, mas deixa claro que a manutenção das faltas pode resultar em sanções financeiras que afetam diretamente o orçamento doméstico.

Quais são as etapas de advertência e suspensão do Bolsa Família?
Quando o limite de faltas é ultrapassado, o governo inicia um processo escalonado que permite acompanhamento e regularização da situação escolar antes do corte total. As fases seguem a ordem que aparece abaixo.
- Alerta e monitoramento, com notificação oficial à família.
- Bloqueio temporário, caso a frequência não seja regularizada.
- Suspensão do benefício, se o problema persistir.
Como funciona o direito de defesa das famílias?
As famílias podem apresentar justificativas formais para as faltas, como doenças comprovadas, dificuldades graves de transporte ou situações excepcionais que impeçam a presença regular na escola.
Para que a justificativa seja aceita, é essencial apresentar documentos como atestados médicos ou comprovantes oficiais, pois somente registros formais permitem reverter bloqueios e garantir a continuidade do benefício.




