O reajuste do INSS em 2026 altera benefícios, salário mínimo, teto previdenciário e margem consignável. O piso subiu para R$ 1.509, enquanto valores acima são corrigidos pelo INPC, impactando calendário e consultas no Meu INSS.
O reajuste do INSS em 2026 consolida a política de valorização do salário mínimo e redefine valores, margens de crédito e calendário de pagamentos. Mais de 39 milhões de segurados são impactados, exigindo atenção às novas regras, números oficiais e formas corretas de consulta.
Como funciona o cálculo do reajuste do INSS em 2026?
O reajuste segue a Lei de Valorização do Salário Mínimo, aprovada em 2023, que separa claramente quem recebe o piso nacional de quem recebe acima dele. Essa diferenciação garante aumento real aos menores benefícios sem gerar distorções no sistema.
Para o piso, a fórmula soma o INPC acumulado ao crescimento do PIB do ano-base, refletindo ganho real. Já benefícios acima do mínimo são corrigidos apenas pelo INPC, preservando o poder de compra conforme a Constituição.

Quais são os valores confirmados do INSS para 2026?
Com o fechamento dos índices econômicos, os principais valores previdenciários ficaram definidos, afetando aposentadorias, pensões e benefícios assistenciais. Os números abaixo resumem o impacto direto no bolso do segurado.
- Salário mínimo: passou de R$ 1.412,00 para R$ 1.509,00, com ganho acima da inflação.
- BPC/LOAS: acompanha o piso nacional e também foi reajustado para R$ 1.509,00.
- Teto do INSS: foi corrigido exclusivamente pelo INPC, superando R$ 8 mil anuais.
Como consultar o calendário de pagamento corretamente?
Muitos segurados se confundem ao olhar o calendário do INSS. O critério correto não é o último número após o traço, mas sim o último dígito antes dele no cartão do benefício.
Esse número define a data exata de pagamento. Benefícios de até um salário mínimo são pagos primeiro; valores acima do piso seguem logo depois, respeitando uma ordem escalonada entre janeiro e fevereiro.

Como fica o empréstimo consignado após o reajuste?
O aumento do benefício altera automaticamente a margem consignável. Como o limite legal é um percentual do valor recebido, a capacidade de contratação cresce junto com o reajuste.
Na prática, a nova margem aparece no sistema do Meu INSS após a virada da folha de janeiro. Entre os principais efeitos práticos do reajuste no consignado, estão os seguintes.
- Recalculo automático: os 35% permitidos passam a incidir sobre R$ 1.509,00.
- Liberação gradual: atualização ocorre após fechamento da folha mensal.
- Alerta contra golpes: nenhum contato é exigido para “ativar” o reajuste.
Como consultar o valor exato do benefício no Meu INSS?
A consulta oficial deve ser feita pelo site ou aplicativo Meu INSS, usando login gov.br. O extrato mostra o valor bruto, reajuste aplicado, descontos e o total líquido a receber.
Selecionando o mês de janeiro, o segurado confirma se o reajuste foi aplicado corretamente e evita surpresas. Conferir essas informações é essencial para planejamento financeiro e prevenção de fraudes.




