Aposentados e pensionistas municipais têm até 30 de janeiro para fazer a prova de vida exigida por prefeituras. A falta de recadastramento pode bloquear o benefício, com reativação que pode levar até 45 dias.
O prazo para regularizar a prova de vida municipal está acabando. Aposentados e pensionistas de prefeituras têm até 30 de janeiro para atualizar os dados e evitar o bloqueio do benefício, já que muitos regimes próprios ainda exigem recadastramento ativo.
Por que a prova de vida municipal ainda exige ação do beneficiário?
Diferente do INSS, que hoje faz a prova de vida automática por cruzamento de dados, muitos Regimes Próprios de Previdência Social ligados a prefeituras mantêm o recadastramento obrigatório para evitar fraudes e pagamentos indevidos.
Nesses casos, o censo previdenciário funciona como verificação direta da situação do segurado. A ausência dessa atualização pode indicar óbito não informado ou dados desatualizados, o que leva à suspensão preventiva do pagamento mensal.

Quem precisa fazer o recadastramento até 30 de janeiro?
A convocação não vale para todos os segurados, mas atinge grupos específicos vinculados aos fundos previdenciários municipais. Entre os principais perfis obrigados a cumprir o prazo estão os listados a seguir.
- Aposentados municipais: servidores públicos inativos pagos por RPPS.
- Pensionistas municipais: beneficiários que recebem pensão da prefeitura.
- Servidores afastados: casos de auxílio-doença conforme regra local.
Como fazer a prova de vida na Caixa Econômica Federal?
Em 2026, muitas prefeituras firmaram parceria com a Caixa Econômica Federal para facilitar o processo. O recadastramento pode ser feito presencialmente em agência, com documento oficial com foto e CPF válidos.
Em alguns municípios, a biometria bancária permite realizar a validação direto no caixa eletrônico, desde que o cadastro esteja ativo. As regras variam conforme o fundo previdenciário, por isso é essencial confirmar o modelo adotado.

O que acontece se o prazo for ignorado pelo segurado?
A falta de atualização até 30 de janeiro gera consequências imediatas no benefício. Além do bloqueio automático, o retorno do pagamento pode demorar semanas, conforme o procedimento exigido pela previdência municipal, como mostram os pontos abaixo.
- Suspensão do pagamento: valor não é depositado na folha seguinte.
- Processo administrativo: regularização presencial obrigatória no RPPS.
- Prazo de reativação: pode levar de 15 a 45 dias.
Como evitar golpes durante a prova de vida em 2026?
Prefeituras e a Caixa não solicitam senhas, códigos ou dados bancários por telefone ou mensagens. Qualquer contato prometendo desbloqueio imediato mediante informação pessoal é tentativa clara de fraude.
O recadastramento deve ser feito apenas pelos canais oficiais, como agência bancária, aplicativo autorizado ou sede da previdência municipal. Agir com antecedência reduz riscos, evita filas e garante o pagamento sem interrupções.




