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Homem que matou companheira em BH após cheirar cocaína é condenado -lugardafinancas.com
FEMINICÍDIO

Homem que matou companheira em BH após cheirar cocaína é condenado

Camila de Assis Cunha, de 29 anos, foi morta em sua residência no Bairro Vila Pinho, em 2024. Luciano Rossi recebeu pena de 16 anos de prisão nesta quarta-feira

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Um homem identificado como Luciano José Rossi foi condenado a 16 anos de prisão, nesta quarta-feira (11/2), pela morte da companheira, Camila de Assis Cunha, de 29 anos, no Bairro Vila Pinho, Região do Barreiro, em Belo Horizonte (MG). A sentença foi proferida durante sessão do 1º Tribunal do Júri na capital, no Fórum Lafayette. 

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O crime aconteceu na noite do dia 24 para 25 de julho de 2024, no quarto de casal da residência da família. Luciano, que à época tinha 42 anos, foi preso depois de acionar a Polícia Militar, dizendo que havia se desentendido com a companheira e a matado. O corpo da mulher foi encontrado em cima da cama. No dia 27 daquele mês, durante a audiência de custódia, a Justiça converteu a prisão dele em preventiva.

Narra o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) que o então denunciado, “agindo com dolo de matar, utilizando-se de instrumentos contundentes”, agrediu violentamente a sua companheira, golpeando-a no rosto e na cabeça.

“O crime foi praticado mediante meio cruel, visto que o denunciado revelou uma brutalidade fora do comum”, pontuou o MPMG. O casal estava junto há cerca de um ano.

Em seu interrogatório, o réu afirmou que, no dia do crime, ambos fizeram uso de cocaína e cachaça ao longo da noite. Conforme o relato, quando os entorpecentes acabaram, ele foi dormir, pois tinha um compromisso logo cedo. Luciano relatou ainda que sua mulher o acordou pedindo que ele fosse comprar mais drogas e, durante a insistência, ela o agrediu diversas vezes. Por isso, uma única vez, ele bateu a cabeça de Camila contra a parede.

O relatório da necropsia, porém, apontou a existência de “múltiplas lesões corporais”, possivelmente decorrentes de diversos golpes, o que contraria a versão dada em juízo. Confrontado com esse documento, Luciano afirmou não se lembrar de qualquer outro ato além de ter batido a cabeça da vítima uma única vez contra a parede.

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O relacionamento, segundo ele, foi marcado por discussões frequentes aos fins de semana, especialmente quando as drogas acabavam. Por fim, declarou que nunca foi ciumento nem impediu a companheira de sair de casa.

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