Guilherme Justino Teotônio, de 33 anos, será velado e sepultado nesta quarta-feira (4/2), no Parque Renascer, em Contagem (MG), na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ele é apontado como agiota e foi morto a tiros na noite de segunda-feira (2/2), na Avenida José Faria da Rocha, no Bairro Eldorado.
O velório está previsto para começar às 10h, e o sepultamento, às 14h.
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Relembre o caso
De acordo com a Polícia Militar, a principal suspeita do crime é uma mulher de 33 anos. Ao chegarem ao local, os militares encontraram a vítima caída ao solo, sendo atendida pelo Corpo de Bombeiros. O Samu foi acionado e confirmou a morte. A perícia da Polícia Civil realizou os trabalhos no local.
Em depoimento à PM, a mulher afirmou que conversava com a vítima dentro de um veículo quando ocorreu uma colisão provocada por outro automóvel. Segundo ela, o homem desceu do carro e foi até o veículo envolvido no suposto acidente. Nesse momento, disse ter ouvido disparos de arma de fogo e correu para uma borracharia próxima.
Ainda conforme o relato, ao retornar ao local, a suspeita recolheu o próprio celular e o telefone da vítima e entrou em contato com o marido para informar o ocorrido. Ela afirmou acreditar que a motivação do crime estaria relacionada à atuação do homem como agiota.
O irmão da vítima chegou ao local bastante exaltado e passou a acusar a mulher de envolvimento no homicídio, proferindo insultos. O veículo em que Guilherme estava ficou sob a custódia dele. O familiar também teria confirmado que o irmão trabalhava com agiotagem.
A noiva da vítima relatou à polícia que, durante o jantar, o companheiro recebeu uma ligação de uma mulher informando que faria o pagamento de uma dívida. Inicialmente, ele teria recusado o encontro, mas, após deixá-la em casa, decidiu ir até o local combinado. No celular da vítima, foi encontrada uma nota de R$ 50 entregue à noiva. O aparelho foi apreendido para investigação.
Um amigo contou que, no dia 31 de janeiro, almoçou com a vítima, ocasião em que ela teria confidenciado que uma mulher lhe devia cerca de R$ 425 mil e que vinha enfrentando dificuldades para realizar a cobrança.
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O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que apura a motivação, a dinâmica do crime e o possível envolvimento de outras pessoas.
