Defesa Civil de Gaza afirma que ataques israelenses mataram 17 pessoas
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Pelo menos 17 pessoas morreram nesta quarta-feira (4) em ataques israelenses na Faixa de Gaza, informou a Defesa Civil do território palestino, uma ação que o Exército do Estado hebreu justificou ao denunciar disparos contra seus soldados, que deixaram um militar gravemente ferido.
A violência na Faixa de Gaza continua apesar do cessar-fogo, em vigor desde 10 de outubro, no âmbito do plano do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Israel e o movimento islamista Hamas trocam acusações sobre violações da trégua.
Dezessete pessoas, incluindo três crianças e seis mulheres, morreram e dezenas ficaram feridas nos ataques que atingiram o norte e o sul da Faixa, segundo a Defesa Civil, organismo de primeiros socorros vinculado ao Hamas.
Alguns corpos foram levados ao hospital Nasser, em Khan Yunis, após os ataques, que atingiram tendas e residências na localidade do sul de Gaza. Outras vítimas foram levadas para o hospital Al-Shifa após bombardeios na Cidade de Gaza, no norte do território, segundo a mesma fonte.
O Exército israelense afirmou que efetuou "ataques de precisão" depois que "terroristas abriram fogo" contra seus soldados, ataque que deixou um militar gravemente ferido.
No sábado, os bombardeios israelenses deixaram 32 mortos, segundo a Defesa Civil. O Exército israelense afirmou que executou os ataques em resposta a violações do cessar-fogo.
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