Tribunal britânico dá razão a grupo pró-palestino que recorreu após ser declarado terrorista
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O Tribunal Superior de Justiça considerou nesta sexta-feira (13) em Londres que a proibição do grupo 'Palestine Action' pelo governo britânico em 2025 foi “desproporcional”, dando razão a seus membros, centenas deles detidos durante manifestações contra sua declaração de ilegalidade.
O governo britânico sancionou o 'Palestine Action' com base na lei antiterrorista, depois que vários de seus integrantes invadiram uma base da Força Aérea em junho de 2025, causado danos avaliados em 7 milhões de libras (49 milhões de reais).
A ministra do Interior, Shabana Mahmood, disse que vai recorrer da decisão.
Três ativistas, em prisão preventiva, encerraram em 15 de janeiro uma greve de fome iniciada 73 dias antes. Outros quatro haviam interrompido o protesto antes.
Todos eles, detidos à espera de julgamento, são processados por invasão e atos de vandalismo na base da Royal Air Force e na empresa de armamento israelense Elbit Systems, esta em agosto de 2024.
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bur-psr/mab/jc