Warning: mkdir(): No space left on device in /www/wwwroot/lugardafinancas.com/zhizhutongji.php on line 51 Influenciadora morre depois de comer ‘caranguejo-do-diabo’-lugardafinancas.com
Formada pela UFMG, atua no jornalismo desde 2014 e tem experiência como editora e repórter. Trabalhou na Rádio UFMG e na Faculdade de Medicina da UFMG. Faz parte da editoria de Distribuição de Conteúdo / Redes Sociais do Estado de Minas desde 2022
Emma Amit mostrou preparado do crustáceo venenoso em vídeo nas redes sociais crédito: Redes sociais
A influenciadora de gastronomia Emma Amit morreu aos 51 anos após consumir um caranguejovenenoso enquanto gravava um vídeo para as redes sociais. O caso aconteceu na cidade de Puerto Princesa, nas Filipinas, e ganhou repercussão internacional após a divulgação pelas imprensas local e estrangeira.
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De acordo com reportagens da imprensa internacional, Emma coletou, no dia 4 de fevereiro, quatro tipos de frutos do mar em um manguezal da região. Ela gravou vídeos preparando os crustáceos com leite de coco. Durante a gravação, também provou um caramujo do mar enquanto cozinhava.
No dia seguinte, a influenciadora apresentou sintomas graves de intoxicação. Vizinhos relataram que ela sofreu convulsões enquanto era levada para uma clínica local. Após piora do quadro, Emma foi transferida para um hospital, já inconsciente e com os lábios escurecidos. Ela morreu no dia 6 de fevereiro, dois dias após consumir o caranguejo venenoso.
Investigações apontaram que a intoxicação foi causada pelo chamado “caranguejo-do-diabo”, espécie encontrada na região Indo-Pacífica. As autoridades localizaram carapaças do animal no lixo da residência da influenciadora. Esse tipo de caranguejo contém neurotoxinas perigosas, como saxitoxina e tetrodotoxina, que podem causar morte em poucas horas e permanecem ativas mesmo após o cozimento.
Segundo moradores da região, Emma e o marido eram pescadores experientes e viviam do mar. A morte gerou surpresa entre autoridades locais, que agora investigam o caso e monitoram pessoas próximas à influenciadora em busca de sintomas semelhantes.
A imprensa local também relembrou um caso semelhante ocorrido em outubro do ano passado, quando um pescador de 54 anos morreu após consumir o mesmo tipo de caranguejo na mesma província.
Os caranguejos-do-diabo vivem em recifes de coral e costumam apresentar coloração marrom-avermelhada escura ou creme, com manchas vermelhas ou marrons. A carapaça e a carne concentram toxinas neurotóxicas capazes de provocar paralisia e falência respiratória.
Autoridades de saúde alertaram moradores e turistas para que evitem consumir frutos do mar sem conhecimento prévio sobre possíveis toxinas. Segundo órgãos locais, ao menos duas mortes já foram registradas na cidade associadas ao consumo desse tipo de crustáceo.
Plantas perigosas têm toxinas que causam irritações, intoxicações e até morte, por contato ou ingestão. Para evitar contaminação, é importante identificá-las, usar luvas ao manuseá-las e mantê-las fora do alcance de crianças e animais. Se houver exposição, deve-se lavar a área afetada e procurar ajuda médica imediatamente.
Krzysztof Ziarnek, wikimedia commons
Comigo-ninguém-pode (Dieffenbachia spp.): Nativa da América Central e do Sul, é comum como planta ornamental em todo o mundo. Suas folhas contêm cristais de oxalato de cálcio, que podem causar irritação severa na boca e garganta.
Alex Rio Brazil - wikimedia commons
Tinhorão (Caladium spp.): Originária da América do Sul, é amplamente cultivada como planta ornamental. Contém oxalato de cálcio, que pode provocar dor intensa, inchaço e dificuldade para respirar.
Derek Ramsey wikimedia commons
Copo-de-leite (Zantedeschia aethiopica): Originária da África do Sul, cresce em ambientes tropicais e subtropicais. Todas as partes da planta são tóxicas, causando queimação e inchaço em contato com mucosas.
Leandro Maranghetti Lourenco - wikimedia commons
Hortênsia (Hydrangea macrophylla): Nativa do Japão e China, é amplamente cultivada em jardins. Suas flores contêm substâncias que podem liberar cianeto quando ingeridas, causando intoxicação.
Raul654 wikimedia commons
Espirradeira (Nerium oleander): Nativa do Mediterrâneo e da Ásia, é usada como ornamental em várias regiões. É altamente tóxica, podendo causar arritmias e morte se ingerida.
Jean Tosti wikimedia commons
Mamona (Ricinus communis): Originária da África, cresce em áreas tropicais e subtropicais. Suas sementes contêm ricina, uma toxina letal que pode causar falência de órgãos.
Imagem de João por Pixabay
Cicuta (Cicuta virosa): Nativa da Europa e América do Norte, cresce em áreas úmidas. Contém cicutoxina, uma neurotoxina que causa convulsões e paralisia.
SriMesh wikimedia commons
Aroeira-brava (Schinus terebinthifolia): Nativa da América do Sul, é encontrada em áreas tropicais. Seu contato pode causar dermatites e reações alérgicas severas.
Furazaka wikimedia commons
Beladona (Atropa belladonna): Originária da Europa, África e Ásia, cresce em áreas temperadas. Contém alcaloides tropânicos que podem causar alucinações, paralisia e morte.
Kurt Stüber wikimedia commons
Trombeta-de-anjo (Brugmansia spp.): Nativa da América do Sul, é cultivada em várias regiões tropicais. Suas flores contêm escopolamina e atropina, que podem causar delírios e parada cardíaca.
Dontworry wikimedia commons
Manacá-de-jardim (Brunfelsia uniflora): Originária da América do Sul, é cultivada como ornamental. Possui toxinas que afetam o sistema nervoso, causando convulsões e vômitos.
B.navez wikimedia commons
Teixo (Taxus baccata): Nativo da Europa, cresce em regiões temperadas. Todas as partes da planta, exceto o arilo, contêm taxina, uma toxina que pode causar parada cardíaca.
Jerzy Opio?a wikimedia commons
Oleandro-amarelo (Thevetia peruviana): Nativo da América Central e do Sul, é cultivado como ornamental. Suas sementes e látex são altamente tóxicos, podendo causar insuficiência cardíaca. H. Zell wikimedia commons
Pinhão-paraguaio (Jatropha curcas): Originário da América Central, é encontrado em áreas tropicais. Suas sementes contêm forbol, uma toxina que provoca vômitos e diarreia severa.
R. K. Henning wikimedia commons