Seus dados estão seguros? 5 dicas para proteger seu Pix de golpes
A engenharia social é a principal ameaça; veja medidas simples para proteger suas informações financeiras e evitar fraudes
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O Pix se consolidou como uma das formas de pagamento mais populares do Brasil, mas sua praticidade também atraiu a atenção de criminosos. Golpistas tendem a utilizar táticas criativas para enganar as vítimas, no entanto, atitudes simples no dia a dia podem ser usadas para proteger seu dinheiro e suas informações.
Além das precauções do usuário, o sistema financeiro evoluiu. Em fevereiro de 2026, o Mecanismo Especial de Devolução (MED 2.0) se tornará obrigatório, agilizando o bloqueio e a devolução de valores em casos de fraude. Juntamente com o botão de contestação, disponível nos aplicativos bancários, os usuários ganharam ferramentas mais eficazes para reagir a golpes.
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Prefira usar a chave aleatória
Ao realizar pagamentos para pessoas ou empresas que você não conhece bem, evite informar chaves que exponham seus dados pessoais, como CPF, e-mail ou número de telefone. A chave aleatória é uma combinação de letras e números que não revela nenhuma informação sua, sendo a opção mais segura para transações com desconhecidos. -
Confira sempre os dados do recebedor
Antes de confirmar qualquer transferência, verifique com atenção o nome completo, o CPF (ou CNPJ) e a instituição bancária de quem receberá o dinheiro. Golpistas costumam usar nomes parecidos com os de lojas ou pessoas conhecidas para induzir ao erro. Essa rápida conferência pode evitar um grande prejuízo. -
Defina limites para suas transações
Todos os bancos permitem que você personalize os limites de valor para transferências via Pix, tanto para o período diurno quanto noturno. É importante saber que, para dispositivos não cadastrados como seguros, já existe um limite padrão de R$ 200 por operação e R$ 1.000 por dia. Ajuste seus limites pessoais para um teto que atenda às suas necessidades diárias. Assim, caso seu celular seja roubado, o prejuízo financeiro será controlado. -
Desconfie de links e QR Codes suspeitos
Nunca clique em links de pagamento enviados por SMS, WhatsApp ou redes sociais, mesmo que pareçam ser de uma loja conhecida. O mesmo vale para QR Codes. Dê preferência a realizar a transação diretamente no ambiente seguro do aplicativo ou do site oficial da empresa. Essa é uma das principais portas de entrada para o golpe de phishing. -
Ative a autenticação em dois fatores
A verificação ou autenticação em dois fatores (2FA) é uma camada extra de segurança para seus aplicativos. Com ela ativada, mesmo que um criminoso consiga sua senha, ele ainda precisará de um segundo código, geralmente enviado para seu celular, para acessar a conta. Habilite essa função no seu aplicativo bancário e também no seu e-mail.
Além das medidas que você pode tomar, os bancos também aprimoraram seus sistemas. Em 2026, os mecanismos de rastreamento de transações suspeitas estão mais robustos, aumentando as chances de bloqueio preventivo e de recuperação de valores em caso de fraude confirmada pelo MED 2.0, cujo prazo para devolução pode levar até 11 dias.
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
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*estagiária sob supervisão do editor João Renato Faria