Você já viu uma sobremesa brilhando com flocos dourados ou um bife coberto por uma fina lâmina reluzente e se perguntou se aquilo era real? A resposta é sim. Comum em restaurantes de luxo ao redor do mundo, o ouro comestível transforma pratos e bebidas em verdadeiras experiências de ostentação, elevando a gastronomia a um novo patamar de exclusividade.
Mas, afinal, como um metal pesado pode ser ingerido sem riscos à saúde? O segredo está na sua pureza e composição. O ouro utilizado na culinária é geralmente de 23 a 24 quilates, apresentado em folhas finíssimas, flocos ou em pó. Ele é considerado quimicamente inerte, o que significa que o corpo humano não o absorve durante a digestão, eliminando-o de forma natural.
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Se a ideia é experimentar um sabor novo, o ouro pode decepcionar. O metal não tem cheiro e, quando incorporado aos pratos, seu eventual e leve sabor metálico fica imperceptível diante dos outros ingredientes. Sua função é puramente estética, servindo como um símbolo de status e sofisticação no prato. O brilho e a raridade são os verdadeiros ingredientes que ele adiciona à experiência gastronômica.
Onde encontrar o ouro comestível?
A aplicação do ouro na comida é versátil e aparece em criações que vão do doce ao salgado. A imaginação dos chefs é o limite, mas alguns usos se tornaram clássicos em estabelecimentos de alto padrão. Veja alguns exemplos de pratos que costumam levar o ingrediente:
Carnes: um dos exemplos mais famosos é o bife tomahawk folheado a ouro, popularizado em restaurantes de luxo ao redor do mundo. A lâmina dourada cobre toda a superfície da carne, criando um impacto visual imediato.
Sobremesas: chocolates, macarons, bolos e até sorvetes frequentemente ganham uma camada dourada para ocasiões especiais. Os flocos de ouro são usados para decorar e conferir um acabamento luxuoso.
Bebidas: drinques, licores e taças de champanhe podem receber flocos de ouro em suspensão, adicionando um toque de glamour à celebração.
Sushi: peças de sushi e outros pratos da culinária japonesa também utilizam o metal para destacar a delicadeza e a qualidade dos ingredientes.
O valor elevado dos pratos com ouro está diretamente ligado ao custo da matéria-prima. Embora a quantidade utilizada seja mínima, a cotação do metal no mercado financeiro influencia o preço final para o consumidor. Utilizar ouro na gastronomia não adiciona sabor, mas comunica um nível de exclusividade que poucos ingredientes conseguem alcançar.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
