Pix por aproximação: como funciona e quais os cuidados para usar
A funcionalidade do Banco Central promete mais agilidade nos pagamentos; entenda a tecnologia e veja dicas para se proteger de possíveis golpes
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Pagar com Pix ficou ainda mais fácil e rápido. O Pix por aproximação, modalidade lançada pelo Banco Central em fevereiro de 2025, vem ganhando espaço no varejo brasileiro. A funcionalidade permite realizar transferências instantâneas em lojas físicas sem a necessidade de ler um QR Code, tornando o sistema ainda mais competitivo frente aos cartões de débito e crédito.
A tecnologia por trás dessa funcionalidade é a NFC (Near Field Communication), a mesma já utilizada nos pagamentos com cartões "contactless". Com ela, basta que o cliente aproxime seu celular, com o aplicativo do banco aberto na função Pix, da maquininha do lojista para que a transação seja iniciada. A comunicação ocorre de forma segura e quase instantânea.
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O objetivo é simplificar a experiência de compra. Em vez de abrir a câmera para escanear um código ou digitar uma chave, o usuário apenas aproxima o smartphone do terminal de pagamento. O valor da compra já aparece na tela do celular para confirmação, que geralmente é feita com a senha do aplicativo ou biometria, como a digital ou o reconhecimento facial. Lançada em 2025, a tecnologia está em processo de ampla adoção no varejo em 2026, com cada vez mais estabelecimentos e consumidores utilizando o recurso.
Principais cuidados ao usar o Pix por aproximação
Apesar da praticidade, essa funcionalidade exige atenção redobrada para evitar golpes e transações indevidas. Adotar algumas medidas simples de segurança é fundamental para proteger seu dinheiro e seus dados. Confira as principais recomendações:
defina limites de valor: configure no aplicativo do seu banco um teto para transações por aproximação. Assim, compras acima desse limite exigirão uma senha ou autenticação adicional, dificultando a ação de criminosos em caso de perda ou roubo do aparelho.
proteja seu celular: nunca deixe seu smartphone desbloqueado. Use senhas fortes, biometria ou reconhecimento facial para bloquear a tela inicial. Isso cria uma primeira barreira de segurança antes mesmo que alguém consiga acessar seus aplicativos bancários.
atenção ao ambiente: ao realizar um pagamento, verifique se pessoas suspeitas estão muito próximas, tentando observar sua senha ou o celular. Prefira realizar a transação de forma discreta, protegendo a tela do aparelho.
confira o valor na maquininha: antes de aproximar o celular, sempre confirme se o valor exibido no visor da máquina de cartão corresponde ao preço correto da sua compra. Essa verificação simples evita cobranças indevidas por erro ou má-fé.
ative as notificações do banco: mantenha as notificações do seu aplicativo bancário ativas. Dessa forma, você será informado em tempo real sobre cada transação realizada, podendo identificar e reportar rapidamente qualquer atividade suspeita na sua conta.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.