Em 2025, Minas Gerais registrou 139 casos de feminicídio, tornando-se o segundo estado brasileiro com mais ocorrências, o que acende um forte alerta sobre a violência contra a mulher na região. A violência, no entanto, vai além do desfecho fatal e se manifesta diariamente em diferentes formas de agressão, como ameaças e lesões corporais, que muitas vezes antecedem os crimes mais graves.

O feminicídio é a instância máxima da violência de gênero, qualificado no Código Penal brasileiro pela Lei nº 13.104, de 9 de março de 2015. A legislação define o crime como o assassinato de uma mulher motivado justamente por sua condição de gênero, envolvendo violência doméstica e familiar ou menosprezo e discriminação.

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Essa qualificação torna a pena mais severa e busca dar visibilidade a um problema estrutural. Muitas vezes, os agressores são parceiros, ex-parceiros ou familiares, o que torna o ciclo de violência ainda mais complexo e difícil de ser rompido pela vítima, que pode se sentir intimidada ou isolada.

Onde procurar ajuda?

É fundamental que mulheres em situação de violência e a sociedade em geral conheçam os canais de denúncia e apoio. Pedir ajuda é o primeiro passo para quebrar o ciclo de agressões. Os serviços funcionam 24 horas por dia e são confidenciais.

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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