
O mau funcionamento desse sistema culmina em arritmias card�acas, que consistem nas patologias que levam a um dist�rbio entre a sincronia de contra��o �trio ventricular, se caracterizando por ritmos card�acos irregulares e, geralmente, sintom�ticos.
Segundo o Dr. Frederico Soares Corr�a de Lima e Silva, especialista em cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, as arritmias card�acas se dividem na abordagem das bradiarritmias e das taquiarritmias.
Conceitualmente, as taquiarritmias ocorrem quando a frequ�ncia card�aca basal � superior a 100 batimentos por minuto, causando palpita��es, inc�modo tor�cico e cansa�o. J� as bradiarritmias se correlacionam � sensa��o de vertigem, tonteira e at� mesmo desmaio, e ocorrem quando a frequ�ncia card�aca � inferior a 60 batimentos por minuto.
Uma importante ferramenta no diagn�stico e tratamento das arritmias card�acas � o estudo eletrofisiol�gico. “Trata-se de um m�todo invasivo, em que, por meio da introdu��o de cat�teres nas c�maras card�acas, torna-se poss�vel a avalia��o do sistema de condu��o el�trica e a corre��o de arritmias por cauteriza��o dos focos arritmog�nicos.”
Nas bradiarritmias, o tratamento, na maioria dos casos, baseia-se no implante de dispositivos eletr�nicos. S�o os marcapassos card�acos artificiais. “Essa forma de terapia evoluiu significativamente nas �ltimas d�cadas e, atualmente, � uma terapia segura, com baixos �ndices de complica��es.”
J� as taquiarritmias podem ocorrer tanto em pacientes cardiopatas quanto naqueles que t�m cora��o estruturalmente normal. Segundo Frederico Soares, entre as taquiarritmias, deve-se chamar a aten��o para a ocorr�ncia de uma patologia espec�fica, a fibrila��o atrial, em raz�o de sua elevada preval�ncia na popula��o geral. “Sabe-se que � uma arritmia que tem �ntima rela��o com o aumento da idade. Estima-se que ocorra com uma incid�ncia de 2,5% da popula��o mundial.”
As taquiarritmias podem ter uma ampla possibilidade de abordagens terap�uticas, dependendo da gravidade cl�nica, que pode variar desde casos pouco sintom�ticos at� aqueles clinicamente complexos, nos quais a morte s�bita pode ser a apresenta��o inicial. “Em algumas situa��es espec�ficas se faz necess�rio o implante de um tipo especial de marcapasso, que tem a capacidade de identificar arritmias complexas e abort�-las por meio de um choque, atuando na preven��o de morte s�bita arritmog�nica.” Tais dispositivos s�o chamados cardiodesfibriladores implant�veis (CDI).
“A avalia��o e o acompanhamento das arritmias card�acas � uma delicada �rea da cardiologia, tendo em vista a complexidade dos mecanismos envolvidos nessas patologias. Uma vez identificado o dist�rbio, torna-se necess�rio o acompanhamento cl�nico com um especialista para adequado controle.”
Respons�vel T�cnica: Dra. Erika Corr�a Vrandecic, CRM/MG 28.946
Segundo o Dr. Frederico Soares Corr�a de Lima e Silva, especialista em cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, as arritmias card�acas se dividem na abordagem das bradiarritmias e das taquiarritmias.
Conceitualmente, as taquiarritmias ocorrem quando a frequ�ncia card�aca basal � superior a 100 batimentos por minuto, causando palpita��es, inc�modo tor�cico e cansa�o. J� as bradiarritmias se correlacionam � sensa��o de vertigem, tonteira e at� mesmo desmaio, e ocorrem quando a frequ�ncia card�aca � inferior a 60 batimentos por minuto.
Uma importante ferramenta no diagn�stico e tratamento das arritmias card�acas � o estudo eletrofisiol�gico. “Trata-se de um m�todo invasivo, em que, por meio da introdu��o de cat�teres nas c�maras card�acas, torna-se poss�vel a avalia��o do sistema de condu��o el�trica e a corre��o de arritmias por cauteriza��o dos focos arritmog�nicos.”
Nas bradiarritmias, o tratamento, na maioria dos casos, baseia-se no implante de dispositivos eletr�nicos. S�o os marcapassos card�acos artificiais. “Essa forma de terapia evoluiu significativamente nas �ltimas d�cadas e, atualmente, � uma terapia segura, com baixos �ndices de complica��es.”
J� as taquiarritmias podem ocorrer tanto em pacientes cardiopatas quanto naqueles que t�m cora��o estruturalmente normal. Segundo Frederico Soares, entre as taquiarritmias, deve-se chamar a aten��o para a ocorr�ncia de uma patologia espec�fica, a fibrila��o atrial, em raz�o de sua elevada preval�ncia na popula��o geral. “Sabe-se que � uma arritmia que tem �ntima rela��o com o aumento da idade. Estima-se que ocorra com uma incid�ncia de 2,5% da popula��o mundial.”
As taquiarritmias podem ter uma ampla possibilidade de abordagens terap�uticas, dependendo da gravidade cl�nica, que pode variar desde casos pouco sintom�ticos at� aqueles clinicamente complexos, nos quais a morte s�bita pode ser a apresenta��o inicial. “Em algumas situa��es espec�ficas se faz necess�rio o implante de um tipo especial de marcapasso, que tem a capacidade de identificar arritmias complexas e abort�-las por meio de um choque, atuando na preven��o de morte s�bita arritmog�nica.” Tais dispositivos s�o chamados cardiodesfibriladores implant�veis (CDI).
“A avalia��o e o acompanhamento das arritmias card�acas � uma delicada �rea da cardiologia, tendo em vista a complexidade dos mecanismos envolvidos nessas patologias. Uma vez identificado o dist�rbio, torna-se necess�rio o acompanhamento cl�nico com um especialista para adequado controle.”
