Foi durante a visita às instalações da Escola Estadual Pedro II, que vai abrigar a décima primeira edição da “Modernos eternos BH”, que veio a boa notícia: a procura pelos espaços da exposição foi uma correria.
Entre os nomes já confirmados estão Cícera Gontijo, Ana Lucia Rodarte, Márcia Carvalhaes, Roziane Faleiro, Júlia Bressan, Natália Queiroz, Cássio Gontijo, Zilda e Ana Maria, Ana Livia Werdine, Laura Carvalho, Angélica Araújo, Laura Rasch, Ana Carol Mattos, Natália Villela e Victoria Perdigão.
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• APOSTA
A mostra vai ocupar a Escola Estadual Pedro II no ano em que o edifício completa 100 anos. “A rápida procura nos surpreendeu e já dá sinais do espetáculo que será a mostra”, afirma Josette Davis, realizadora do evento. Após a “Modernos eternos BH”, o edifício passará por restauração e, enquanto isso, os alunos serão transferidos temporariamente para outra escola.
• ÚNICA E UNIVERSAL
O Bloco Filhas de Clara chega ao Carnaval 2026 com a maior transformação desde sua criação, com a estreia da Bateria Sabiá, formada por mais de 100 mulheres, que, junto com as cantoras veteranas Júlia Tizumba, Aline Calixto e Tia Elza, conduzem o repertório dedicado à obra de Clara Nunes.
Com o tema “Mulher, única e universal”, o cortejo reafirma seu compromisso com a diversidade e a valorização feminina, reunindo mulheres de diferentes origens, idades e sexualidades. Celebrado no primeiro domingo pós-carnaval (22/2), o bloco mantém rituais que marcam sua identidade, como o banho de manjericão, e amplia suas ações de acessibilidade, como a corda inclusiva, fortalecendo o caráter coletivo, acolhedor e simbólico de um dos desfiles mais representativos do carnaval de Belo Horizonte.
• DEZ ANOS NA FOLIA
Na sexta-feira (13/2), o bloco A Roda comemora seus 10 anos com cortejo que se concentra a partir das 19h na Avenida Augusto de Lima, 1.715, no Barro Preto. O cordão tem como tema “Movement of batuke people”, em referência à música “Exodus”, de Bob Marley. Mas por que numa festa nacional o nome em inglês? Pedro Thiago diz que o inglês aparece como linguagem simbólica.
“É uma referência direta à circulação global das culturas negras e periféricas, que sempre atravessaram fronteiras e idiomas pela música. Ao mesmo tempo, o termo ‘Batuke’ reposiciona essa ideia, a partir da nossa experiência brasileira, afro-mineira e carnavalesca. É uma afirmação: somos parte de um movimento maior, mas com identidade própria, construída a partir dos tambores, da rua e da cidade de Belo Horizonte”, afirma.
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• ARRASTÃO
O cortejo vai unir bateria, composta por percussionistas formados nas oficinas do bloco, dança, participação cênica e a banda base formada por Pedro Thiago, o Petê, regendo a percussão; Marcos Rodarte na guitarra, Felipe dos Santos no baixo, Natalia Coimbra no trombone, Mateus Petrus no trompete, Luanda e Hans Landim no canto. No sábado (21/2) pós-carnaval, haverá o Arrastão dA Roda, na rua Itajubá, 272, no bairro Floresta, às 15h.
