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PL que torna BH 'Capital da Família Mineira' avança na Câmara-lugardafinancas.com
CÂMARA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE

PL que torna BH 'Capital da Família Mineira' avança na Câmara

Proposta de Neném da Farmácia (Mobiliza) recebeu parecer favorável em comissão nessa quarta (3/9) e gerou debate sobre o conceito de família

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O projeto de lei (PL) que propõe o título de "Capital da Tradicional Família Mineira" (PL 382/2025) para Belo Horizonte avançou na Câmara Municipal nessa quarta-feira (3/9) e já pode ser votado em 1º turno pelo plenário. A proposta, de autoria do vereador Neném da Farmácia (Mobiliza), recebeu parecer favorável na Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura, Desporto, Lazer e Turismo.

Se aprovado, o novo título se juntará a outros já existentes, como "Capital Mundial dos Botecos" e "Polo Nacional do Esporte Radical e de Aventura". Na justificativa da proposta, o vereador Neném da Farmácia afirma que a medida incentiva políticas públicas para o "fortalecimento da estrutura familiar" e que, apesar de ser uma metrópole, BH preserva tradições do interior de Minas, "especialmente no que se refere à valorização da família".

O parecer favorável foi apresentado pelo relator na comissão, vereador Irlan Melo (Republicanos). Segundo ele, é "inegável" que as tradições familiares fortalecem vínculos afetivos e que o título pode "reforçar e fomentar" a necessidade de preservação da família.

Durante a discussão no colegiado, a vereadora Cida Falabella (Psol) se manifestou de forma contrária, argumentando que a proposta se baseia em um modelo de família restrito. Ela citou decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para afirmar que o conceito de família é mais amplo.

“Como fica a cabeça de quem é filho de uma mãe ou de dois pais; ela não está incluída? (...) No Brasil, a maioria das famílias é chefiada por mulheres, sem a figura do pai”, questionou.

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Em apoio à proposta, a vereadora Flávia Borja (DC) rebateu as críticas. Para ela, "valorizar parte da sociedade não é desvalorizar outra". A parlamentar comparou a iniciativa a outras datas comemorativas, afirmando: "Quando comemoramos o Dia da Consciência Negra não estamos desvalorizando as pessoas brancas”.

Com o voto contrário de Cida Falabella, o parecer foi aprovado com o apoio de Flávia Borja, Professora Marli (PP) e Tileléo (PP). O projeto segue agora para a análise do plenário, onde precisa do voto favorável de 21 dos 41 vereadores, em dois turnos, para ser aprovado.

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