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Estado de Minas

Em artigo, instituto do PSDB defende que � preciso 'fechar a torneira dos gastos'


postado em 04/08/2016 18:07

Bras�lia, 04 - O Instituto Teot�nio Vilela (ITV), bra�o de formula��o do PSDB, divulgou nesta quinta-feira, 4, um texto em que refor�a as cr�ticas � falta de rigor fiscal do governo do presidente em exerc�cio, Michel Temer. No artigo intitulado "� preciso menos (e n�o mais) gastos", a entidade afirma que, para superar a crise em que o Pa�s est�, o governo precisa, primeiramente, tomar a iniciativa de "fechar a torneira dos gastos".

Os coment�rios do instituto est�o em linha com a press�o que as alas tucanas decidiram fazer sobre as concess�es feitas pelo governo. Conforme reportagem do jornal O Estado de S. Paulo desta quinta, 4, o PSDB espera o fim das "bondades" da gest�o Temer para logo ap�s a vota��o final do impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff. Os tucanos defendem reformas macroecon�micas e uma gest�o mais austera a partir de setembro, quando Temer dever� ser efetivado na presid�ncia.

O artigo sustenta que a popula��o j� sabe que o momento � de sacrif�cios para extirpar os exageros, as irracionalidades e a corrup��o que vicejaram ao longo dos anos de administra��o do PT. "No entanto, as dificuldades que pesam sobre cada cidad�o n�o parecem afetar o dia a dia do governo. O ajuste necess�rio nas contas p�blicas n�o acontece, e a gaveta das bondades continua sem ferrolho. As concess�es se mant�m. Assim, perde a maioria, em benef�cio de uns poucos - sempre os mais privilegiados", critica o ITV.

O instituto � presidido pelo senador Jos� An�bal (PSDB-SP), suplente do chanceler Jos� Serra. Na quarta-feira, 3, ap�s conversar com o presidente do PSDB, senador A�cio Neves (MG), An�bal fez, em discurso e entrevista no Senado, duras declara��es contra a falta de rigor fiscal do governo. Ele tamb�m pediu que o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, seja "inflex�vel" para evitar concess�es em projetos do ajuste, como o da renegocia��o das d�vidas dos Estados com a Uni�o.

O texto afirma que preocupam os recuos protagonizados pelo governo, em especial no caso da renegocia��o da d�vida. Para o instituto, "caiu por terra" uma s�rie de medidas destinadas a sanear as contas p�blicas, disciplinar os gastos com pessoal e, dessa forma, liberar recursos para prestar melhores servi�os � popula��o.

O artigo diz que, como parte do ajuste fiscal, o governo havia proposto aos governadores restri��es destinadas a impedir o crescimento de despesas com pessoal, disciplinando os gastos com o funcionalismo dos Estados. E que, em contrapartida, o governo federal oferecia um socorro financeiro aos governadores nas condi��es de pagamento das d�vidas estaduais.

"Como corol�rio, os gastos dos Estados n�o poder�o subir al�m da varia��o da infla��o, seguindo a mesma regra que o governo pretende ver adotada no plano federal. Parecia um desenho de ajuste perfeito", diz o texto. "Infelizmente, a press�o de corpora��es, de alguns Estados e de parte da base parlamentar levou o relator do projeto de lei sobre o assunto a abrandar as condi��es para a renegocia��o. Muitos dos gastos que se pretendia coibir continuam livres, leves e soltos. Assim fica dif�cil, bem mais dif�cil", critica.

Para o instituto, a solu��o para a crise que o Estado brasileiro atravessa passa por uma maior disciplina fiscal. "Os Estados ganhar�o se forem instados a gastar menos, e n�o mais, como as regras frouxas ora cogitadas permitem. Manter a comporta das despesas com pessoal aberta s� interessa a uns poucos. E prejudica quase todos", conclui.


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