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Estado de Minas

Marco Maia se diz v�tima de 'vingan�a' de Delc�dio


postado em 05/12/2016 17:55 / atualizado em 05/12/2016 18:06

O deputado Marco Maia (PT-RS) usou nesta segunda-feira sua p�gina no Facebook para rebater as acusa��es contra ele que geraram a nova fase da Opera��o Lava-Jato, deflagrada nesta manh�. Reclamando que nunca foi ouvido oficialmente para contestar as informa��es dos delatores, o petista se disse v�tima de "vingan�a" e afirmou que o ex-senador Delc�dio Amaral mente ao acus�-lo de cobrar "ped�gio" de empreiteiros para proteg�-los na CPMI da Petrobras de 2014. "Este cidad�o mente descaradamente", declarou.

Em uma transmiss�o ao vivo, Maia negou que tenha sofrido press�o para poupar empreiteiros ou ex-funcion�rios da estatal, com exce��o de Delc�dio que, segundo Maia, teria feito apelos para preservar o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerver�. Ele contou que na �poca disse a Delc�dio que n�o seria poss�vel atend�-lo. "N�o vou aceitar que um ex-senador que mente fique dando entrevistas e posando como her�i", insistiu.

O petista lembrou que a comiss�o ocorreu em um per�odo eleitoral e que por isso foi muito "tumultuada", porque havia um ambiente "eivado de v�cios" que visavam influenciar o debate pol�tico. O deputado disse que fez um relat�rio t�cnico e denso, com 53 indiciados e 20 empresas denunciadas por forma��o de cartel. "Aqueles que n�s indiciamos em 2014 hoje s�o aqueles que me acusam", completou.

Maia negou ter se encontrado com o delator em uma suposta resid�ncia no Lago Sul, bairro de Bras�lia, e observou que a vers�o � inver�dica porque o delator teria dito que a reuni�o ocorreu na casa de uma irm� do deputado. Maia disse que tem apenas dois irm�os. "N�o poderia ter me reunido com esse cidad�o", enfatizou.

Na transmiss�o, Maia lamentou que o Minist�rio P�blico Federal tenha entrado "no jogo, na manipula��o de delatores mentirosos, que n�o t�m credibilidade". O deputado chamou o ex-senador de "pessoa sem car�ter", disse que o ex-petista trouxe seu nome "eivado de m�goas" para as investiga��es porque ele se recusou a poupar Cerver�, "protegido" de Delc�dio. "N�o houve prote��o a ningu�m", emendou.

O deputado finalizou dizendo que seu patrim�nio � fruto de seu trabalho de mais de 30 anos, ressaltou que n�o tem contas no exterior e que sempre se colocou � disposi��o para prestar esclarecimentos. Ele agradeceu o apoio recebido ap�s a a��o da Pol�cia Federal em sua casa no Rio Grande do Sul, epis�dio que chamou de "a��o desmedida".


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