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Estado de Minas

S�ria ignora plano da Liga �rabe e repress�o continua

Elabora��o de uma nova Constitui��o era uma das principais reivindica��es da oposi��o no in�cio da revolta em 15 de mar�o,que agora exige a ren�ncia do presidente


postado em 31/10/2011 19:03

O ministro de Rela��es Exteriores s�rio, Walid al Mualem, partiu nesta segunda-feira do Qatar sem dar uma resposta ao plano da Liga �rabe para deter a viol�ncia na S�ria, onde a Otan descarta intervir militarmente. O plano �rabe prev� o "cessar imediato" da viol�ncia e a "retirada dos tanques" para "transmitir uma mensagem tranquilizadora �s ruas da S�ria", explicou � AFP o chefe da organiza��o, Nabil al Arabi.


Mas as for�as de seguran�a continuaram com sua repress�o sangrenta, matando sete civis e um desertor do ex�rcito. O plano �rabe tamb�m estipula "o in�cio no Cairo de um di�logo nacional entre todos os componentes da oposi��o e do regime", esclareceu Arabi, que partiu do Qatar � tarde, segundo um membro de sua delega��o.

A delega��o s�ria tamb�m deixou Doha "sem dar uma reposta" ao plano �rabe, segundo a emissora de televis�o via sat�lite Al Jazeera, sediada no Qatar. Em declara��o publicada no jornal The Daily Telegraph, Assad, confrontado h� mais de sete meses por uma revolta, questionou a representatividade do Conselho Nacional S�rio, que re�ne boa parte da oposi��o.

"N�o vou perder meu tempo falando com eles. N�o os conhe�o, mais vale investigar para saber se representam realmente os s�rios", disse. No domingo, j� havia advertido que uma interven��o ocidental em seu pa�s provocaria um "terremoto" no Oriente M�dio.

O chefe da Otan, Anders Fogh Rasmussen, disse nesta segunda-feira que uma interven��o militar da Alian�a no pa�s estava "completamente descartada". "N�o temos nenhuma inten��o de intervir na S�ria", afirmou no avi�o que o transportava � L�bia, apesar de ter condenado "firmemente" a repress�o contra os civis.

Nesta segunda-feira morreram sete civis, um dia depois da morte de outros tantos na dispers�o de manifesta��es que pediam � Liga �rabe a suspens�o da ades�o da S�ria. Cinco morreram ao serem atingidos por tiros em Homs (centro), um dos focos da contesta��o popular, um em Harasta, perto de Damasco, e outro na prov�ncia de Hama (norte), al�m de um soldado desertor, segundo o Observat�rio S�rio de Direitos Humanos (OSDH), uma ONG com sede no Reino Unido.

Dezenas de estudantes marcharam na universidade de Qalamun, na prov�ncia de Damasco, para pedir a ren�ncia do presidente s�rio, e na de Deraa (sul), onde as for�as de seguran�a dispararam e realizaram pris�es, segundo a mesma fonte. O regime s�rio, que atribui a viol�ncia a "grupos terroristas", reprime os protestos sem dar tr�gua. Mais de 3.000 pessoas morreram desde 15 de mar�o, segundo a ONU.

A insurrei��o popular transforma-se em conflito armado com a multiplica��o de confrontos entre soldados, membros das for�as de seguran�a e desertores, que deixaram dezenas de mortos nos �ltimos dias. Entretanto, em Damasco, um comit� nacional come�ou a "elaborar um projeto de nova Constitui��o para a S�ria", segundo a ag�ncia oficial Sana.


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