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Estado de Minas

Porto de Oakland reabre depois de protesto anti-Wall Street

Quarto maior porto americano ficou fechado por manifestantes por quase um dia


postado em 03/11/2011 17:40

Manifestantes durante ocupação do porto de Oakland(foto: JUSTIN SULLIVAN / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP)
Manifestantes durante ocupa��o do porto de Oakland (foto: JUSTIN SULLIVAN / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP)
O porto de Oakland, um dos mais movimentados dos Estados Unidos, na Calif�rnia (oeste do pa�s), retomou parcialmente suas atividades nesta quinta-feira depois de um dia de fechamento devido a protestos anti-Wall Street, informaram fontes oficiais. A dire��o do porto de Oakland, localizado na ba�a de S�o Francisco, afirmou que os funcion�rios voltavam ao trabalho nas instala��es do quarto maior porto do pa�s em volume de carga, segundo seu site, ap�s permanencer fechado durante a noite devido aos dist�rbios ocorridos nessa cidade californiana. "Os trabalhadores na regi�o mar�tima est�o come�ando a voltar a seus postos e as opera��es no porto mar�timo foram parcialmente retomadas", dizia o comunicado. Oakland registrou nas �ltimas horas violentos confrontos entre manifestantes mascarados e a pol�cia. A administra��o do porto de Oakland - que gera cerca de 39 bilh�es de d�lares em importa��es e exporta��es anuais, assim como dezenas de milhares de postos de trabalho - enviou seus trabalhores para casa mais cedo na tarde de quarta-feira, quando os manifestantes sitiaram o terminal. O fechamento ocorreu depois que milhares de pessoas protestaram no centro da cidade em apoio a uma greve convocada na semana passada, depois que a pol�cia lan�ou bombas de g�s lacrimog�neo contra os manifestantes, incidentes nos quais uma pessoa ficou ferida. Os protestos foram iniciados de forma majoritariamente pac�fica, at� que na meia-noite de quarta-feira, v�rias dezenas de pessoas come�aram a lan�ar pedras e garrafas no centro da cidade, ocuparam um pr�dio vazio e incendiaram barricadas, � medida que a pol�cia se mobilizava na regi�o e respondia com bombas de g�s. Os manifestantes violentos pareciam ser uma exce��o em um grupo maior do movimento Ocupe Wall Street, que se encontra acampado perto da prefeitura de Oakland, e muitos de seus membros correram ao local dos dist�rbios para pedir calma, constatou um fot�grafo da AFP. "Comemoramos a morte do capitalismo", dizia um cartaz sobre um improvisado altar decorado com flores. Os comerciantes vendiam sorvetes e algod�o doce ao som de m�sica e alguns distribu�am folhetos anticapitalistas. Brother Muziki, um professor de escola prim�ria, levava um cartaz no qual se lia: "salvem as escolas e os servi�os, n�o os bancos". "Nossas salas de aula est�o saturadas. Os bancos est�o sendo resgatados, mas n�o as escolas", declarou. Dezenas de policiais munidos de m�scaras de g�s bloquearam a manifesta��o em um momento do dia, mas deixaram o local sem que confrontos ocorressem, e a maioria dos manifestantes n�o se aproximou das linhas policiais. Na Pra�a de Frank Owaga, do lado de fora do pr�dio da prefeitura, o acampamento do movimento Ocupe Wall Street, que na semana passada foi desmantelado pelas autoridades, expandiu-se novamente com mais de 50 barracas. Na noite de quarta-feira, antes de a viol�ncia ser desatada, os manifestantes tocavam m�sica e se reuniam em torno da pra�a em um ambiente festivo.


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