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Estado de Minas

Vaca Muerta, a aposta da Argentina para os hidrocarbonetos n�o-convencionais


postado em 15/07/2013 19:13

Em Loma La Lata, a 1.100 km a sudoeste de Buenos Aires, mais de mil funcion�rios da petroleira argentina YPF trabalham para otimizar a explora��o de Vaca Muerta, uma das maiores reservas mundiais de hidrocarbonetos n�o-convencionais.

"A Argentina ocupa o quarto lugar no mundo com 27 bilh�es de barris de potencial para petr�leo n�o-convencional, atr�s de R�ssia, Estados Unidos e China, e no g�s n�o-convencional (xisto) est� em segundo, depois da China, com potencial de 802 trilh�es de p� c�bicos", disse Gonzalo L�pez Nardone, gerente de Rela��es Institucionais da YPF, durante uma visita por Vaca Muerta.

Pioneira na explora��o, a companhia argentina iniciou o desafio de recuperar o auto-sufici�ncia do pa�s em Loma La Lata Norte-Loma Campana, uma �rea de 360 km�.

Dos 30.000 km� da forma��o geol�gica Vaca Muerta, nas prov�ncias de Neuqu�n (sudoeste) e Mendoza (oeste), a YPF conta com 12.075 km�.

"Temos o know how, estamos adotando um modelo de f�brica, treinamos pessoal, temos 'expertise' em geologia e ci�ncia, boas rela��es com sindicatos e governos e isso vai nos permitir liberar o potencial que � Vaca Muerta e coloc�-lo para produzir", diz Pablo Iuliano, gerente de neg�cios de petr�leo n�o-convencional da YPF.

Em Loma La Lata, onde n�o havia nada h� dois anos, cerca de 1.200 pessoas trabalham na extra��o de petr�leo e g�s alojados a 3.300 metros abaixo da terra.

A YPF, que possui concess�es tr�s vezes maiores que as outras companhias que operam em Vaca Muerta, tem, hoje, 90 po�os em produ��o de petr�leo n�o-convencional e espera ter, em uma d�cada, entre 1.500 e 2.000 po�os, com um investimento de 15 bilh�es de d�lares.

A empresa produz hoje cerca de 8 mil barris de hidrocarbonetos n�o-convencionais por dia e prev� aumentar essa cifra a 17.000 barris di�rios no final do ano, 38.000 em 2014 e 60.000 no ano seguinte.

"Em meados de 2016, alcan�aremos o pico de produ��o de 70.000 barris di�rios", estima Pablo Iuliano.

Vaca Muerta se transformou na esperan�a da Argentina para recuperar a auto-sufici�ncia, depois de importar, em 2011, 9,3 bilh�es de d�lares em combust�veis. Este ano o pa�s deve importar US$ 13 bilh�es.

"O desafio � reverter a tend�ncia. Com seu potencial em petr�leo e g�s n�o-convencional, a Argentina poder� ser um pa�s exportador de hidrocarbonetos", acrescenta L�pez Nardone.

Sobre o temor dos moradores da regi�o de eventuais danos ao meio ambiente, L�pez Nardone disse que "os t�cnicos da YPF negam que este sistema n�o-convencional possa provocar danos ambientais e explicam que a perfura��o de um po�o � feita com um tubo de a�o que posteriormente � cimentado, de forma que n�o h� contato entre o l�quido e a rocha, nem com os aqu�feros".

J� Juan Carlos Villalonga, da organiza��o Los Verdes, disse � AFP que "a explora��o por energia hidr�ulica � muito mais prejudicial do que a convencional".


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