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Estado de Minas

Procuradoria confirma sete mortos na Venezuela em protestos contra Assembleia


postado em 30/07/2017 21:01

Caracas, 30 - A consulta eleitoral desde domingo na Venezuela transcorreu com escassa presen�a da popula��o nas urnas para escolher os membros da Assembleia Nacional Constituinte, convocada pelo presidente Nicol�s Maduro, enquanto o n�mero de mortos e feridos em protestos contra o governo cresceu.

Durante a tarde, a Procuradoria Geral do pa�s confirmou sete mortes no pa�s neste domingo, em virtude das manifesta��es: Ronald Ram�rez Rosales, guarda nacional que recebeu um disparo em T�chira; �ngelo M�ndez, de 28 anos, e Eduardo Olave, de 39, atingidos por armas de fogo no Estado de M�rida; Luis Zambrano, de 43 anos, que morreu ap�s um disparo na cabe�a em Barquisimeto, no Estado de Lara; Ricardo Campos, opositor de 30 anos que foi v�tima de um disparo quando dois policiais atiraram contra uma barricada no Estado de Sucre; e dois adolescentes de T�chira, de 17 e de 13 anos.

Com os incidentes deste domingo, o n�mero de mortos na Venezuela subiu a 122, em manifesta��es que ocorrem h� 120 dias e que j� deixaram quase 2 mil feridos e mais de 500 presos.

Por volta do meio-dia, uma motocicleta na qual estava um policial pegou fogo ap�s uma explos�o que ocorreu ao lado da Pra�a Francia de Altamira, em Caracas, quando as for�as de seguran�a do governo dispersaram dezenas de manifestantes que protestavam contra a Assembleia Constituinte. Ap�s a explos�o, sete policiais ficaram feridos, disse a Procuradoria Geral.

Os incidentes prejudicaram o processo eleitoral, que j� vinha com baixa ades�o da popula��o, como constataram rep�rteres da Associated Press em diversos locais de vota��o na capital. O ministro do Interior, major general N�stor Reverol, afirmou a rep�rteres que, nas �ltimas horas, foram registrados eventos focados nos Estados de M�rida e T�chira, mas argumentou que eles foram resolvidos de forma imediata.

Aproximadamente 19,4 milh�es de venezuelanos poderiam participar da vota��o, que come�ou pouco depois das 6h (hor�rio local, 7h de Bras�lia) e se estendeu por mais doze horas. O fechamento das unidades de vota��o ocorreu �s 18h (hor�rio local, 19h de Bras�lia) e, no final do dia, as autoridades do Conselho Nacional Eleitoral devem anunciaram os 545 constituintes que foram eleitos.

Entre os primeiros votantes estava o presidente venezuelano, Nicol�s Maduro, que, de maneira fora do usual, chegou ainda na madrugada em uma sess�o eleitoral em Caracas. Em processos anteriores, o presidente votava por volta do meio-dia.

"De forma inabal�vel, aguentamos a campanha mundial. De forma inabal�vel, resistimos � viol�ncia terrorista e criminal", disse Maduro, ao descartas as press�es internas e os questionamentos internacionais que sua iniciativa enfrentou. "Desejo que o mundo estenda seus bra�os de respeito ao nosso pa�s", acrescentou.

Durante todo o dia, eleitores expressaram contrastantes pontos de vista sobre o assunto. "Espero que a partir de amanh�, a mudan�a aconte�a. Que as coisas estejam melhores. � necess�rio que haja comida, que haja medicamentos, que tenhamos de tudo", disse Tibisay Marcano, dona de casa de 55 anos, enquanto esperava para entrar na sess�o eleitoral populosa de Petare, no leste da capital.

A poucos metros de um centro de vota��o no leste de Caracas, Javier Lemus, um vendedor de alimentos, argumentou contra a reforma na Constitui��o e disse que o governo deveria se concentrar em vez da pol�tica na alimenta��o da popula��o.

Cerca de 5.500 candidatos, incluindo o vice-presidente do partido no poder, Diosdado Cabello, e a ex-ministra de Rela��es Exteriores Delcy Rodr�guez ir�o competir nessa consulta popular, onde 545 constituintes ser�o escolhidos. A oposi��o n�o indicou candidatos, deixando aberto o caminho para o partido de Maduro dominar a Assembleia Constituinte.

Durante os �ltimos dois meses, os opositores t�m intensificado as a��es de protesto contra o governo para tentar frear a iniciativa de reescrever a Constitui��o, alegando que consideram o processo uma "fraude constitucional" porque n�o convocaram, previamente, um referendo consultivo, como o que ocorreu em 1999. Em uma vota��o popular simb�lica convocada pela oposi��o na semana passada, 7,5 milh�es de venezuelanos rejeitaram o processo.

Apesar das press�es internas e os alertas emitidos por diversos pa�ses, incluindo os Estados Unidos, que abriu a possibilidade de aplicar san��es econ�micas, Maduro foi adiante com a iniciativa. Fonte: Associated Press.


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