O projeto cinematogr�fico apoiado pelos Estados Unidos, intitulado "They are us" (Eles somos n�s), gerou repercuss�es negativas entre os mu�ulmanos na Nova Zel�ndia, que acreditam que ele promove a narrativa do "salvador branco".
Os ataques realizados por um supremacista branco armado contra duas mesquitas deixaram 51 mortos e 40 feridos, um assunto que permanece bastante sens�vel para muitos no pa�s, de acordo com Ardern.
Ela disse que os cineastas n�o a consultaram sobre o filme, no qual a atriz australiana Rose Byrne interpretar� a governante de centro-esquerda.
"Na minha opini�o, que � uma vis�o pessoal, parece muito cedo e muito sens�vel para a Nova Zel�ndia", disse Ardern � TVNZ. "E embora haja muitas hist�rias que deveriam ser contadas em algum momento, n�o considero a minha uma delas. S�o as hist�rias da comunidade, das fam�lias", afirmou.
Ardern foi elogiada por sua maneira emp�tica e inclusiva de lidar com os ataques, o pior massacre da hist�ria moderna da Nova Zel�ndia.
O t�tulo do filme se refere a uma parte do discurso que ela proferiu ap�s o ataque, quando prometeu apoiar a comunidade mu�ulmana e endurecer o controle de armas.
A Associa��o Nacional de Jovens Isl�micos reuniu 58 mil assinaturas em apoio a um apelo para suspender a produ��o do filme, cujo roteirista � o neozeland�s Andrew Niccol.
Da mesma forma, o poeta mu�ulmano Mohamed Hassan disse que os cineastas deveriam se concentrar na comunidade que sofreu os ataques e n�o us�-los como pretexto para uma hist�ria positiva sobre Ardern.
O agressor Brenton Tarrant, um supremacista branco australiano, foi condenado no ano passado � pris�o perp�tua, a primeira vez que essa pena foi imposta na Nova Zel�ndia.
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WELLINGTON
Premier da Nova Zel�ndia critica projeto de filme sobre ataques a mesquitas
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