Este controverso certificado provocou v�rios dias de protestos em massa em todo o pa�s, com cr�ticos que acusam o presidente Emmanuel Macron de executar uma "ditadura" sanit�ria.
O Conselho Constitucional, que garante o cumprimento da lei de acordo com a Constitui��o e os direitos fundamentais, estimou que este certificado representa uma "concilia��o equilibrada" entre liberdades p�blicas e prote��o da sa�de.
Para incentivar a popula��o a se vacinar, as autoridades impuseram desde 21 de julho um certificado sanit�rio para poder entrar em qualquar lugar de lazer ou esportivo com mais de 50 pessoas.
Este certificado que comprova a vacina��o completa ou um resultado negativo em um teste realizado nas �ltimas 48 horas, tamb�m ser� obrigat�rio a partir de segunda-feira (9) em restaurantes, bares, trens de longa dist�ncia e voos dom�sticos.
Tamb�m dever� ser apresentado nos estabelecimentos de sa�de pelas pessoas que buscarem atendimento m�dico n�o urgente e aqueles que visitarem familiares em lares de idosos.
Por outro lado, o Conselho Constitucional vetou a possibilidade de demitir de trabalhos tempor�rios as pessoas que n�o tenham este comprovante.
No entanto, os trabalhadores podem ser suspensos do trabalho, sem receber sal�rio, se n�o tiverem um certificado quando a natureza de seu trabalho exigir.
Os protestos contra este certificado decidido por Macron reuniram no s�bado cerca de 200.000 pessoas em toda a Fran�a. Os organizadores convocaram novas manifesta��es para este fim de semana.
Cerca de 54% da popula��o francesa j� est� totalmente vacinada.
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PARIS
Conselho Constitucional franc�s aprova o certificado sanit�rio da covid-19
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