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Anistia acusa junta de Mianmar de uso em grande escala de minas terrestres - Internacional - Estado de Minas-lugardafinancas.com (none) || (none)
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Estado de Minas BANGCOC

Anistia acusa junta de Mianmar de uso em grande escala de minas terrestres


19/07/2022 22:04

As for�as da junta militar de Mianmar cometem crimes de guerra usando minas terrestres "em grande escala" em vilarejos onde enfrentam combatentes da oposi��o, denunciou a Anistia Internacional (AI) nesta quarta-feira (20).

A luta se acirrou ap�s o golpe do ano passado, que provocou confrontos com grupos �tnicos rebeldes e a ascens�o de dezenas de "For�as de Defesa Popular" para enfrentar os militares no poder.

Durante uma visita ao estado de Kayah, perto da fronteira com a Tail�ndia, pesquisadores de AI entrevistaram sobreviventes de minas, m�dicos que os trataram e outros envolvidos na retirada das minas, disse a organiza��o.

A AI alegou ter "informa��es confi�veis" de que os militares usaram minas em pelo menos 20 vilarejos, inclusive em estradas que levam a planta��es de arroz, causando mortes e ferimentos de civis.

A organiza��o tamb�m observou que documentou v�rios casos em que os militares colocaram minas ao redor de uma igreja e em sua propriedade.

"Os soldados colocaram minas nos quintais das pessoas, na entrada de suas casas e nas latrinas do lado de fora", alertou a AI.

"Em pelo menos um caso documentado, os soldados colocaram uma armadilha na escada de uma casa com um fio ligado a um dispositivo explosivo", continuou.

Grupos de oposi��o tentaram fazer uma varredura de algumas �reas, mas o trabalho � feito "� m�o e com equipamentos rudimentares, sem forma��o profissional", acrescentou.

"Sabemos por uma experi�ncia amarga que as mortes e ferimentos de civis aumentar�o com o tempo, e a contamina��o (de minas) impede que as pessoas voltem para suas casas e planta��es", disse Rawya Rageh, consultor da AI.

Mianmar n�o � signat�rio do tratado da ONU que pro�be o uso, armazenamento e desenvolvimento de minas terrestres.

As for�as armadas birmanesas foram acusadas de atrocidades e crimes de guerra durante d�cadas de conflito interno.

Ap�s o golpe que derrubou o governo de Aung San Suu Kyi no ano passado, os militares colocaram em pr�tica uma repress�o sangrenta contra os dissidentes que, segundo um grupo local de monitoramento, deixou mais de 2.000 mortos e 15.000 feridos.


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