Warning: mkdir(): No space left on device in /www/wwwroot/lugardafinancas.com/zhizhutongji.php on line 51
BID: exporta��es da AL cresceram apenas 2,9% no primeiro trimestre - Internacional - Estado de Minas-lugardafinancas.com (none) || (none)
UAI
Publicidade

Estado de Minas WASHINGTON

BID: exporta��es da AL cresceram apenas 2,9% no primeiro trimestre


08/06/2023 14:43
436

As exporta��es da Am�rica Latina e Caribe aumentaram 2,9% interanual no primeiro trimestre do ano, em compara��o com 16,4% no mesmo per�odo de 2022 - informou o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) nesta quinta-feira (8).

Isso consolida a tend�ncia de desacelera��o ap�s a pandemia da covid-19. No mesmo per�odo de 2021, o aumento foi de 28%.

"O desempenho comercial foi melhor do que a m�dia mundial", mas a queda nos volumes das vendas externas de bens foi generalizada em toda a regi�o, especialmente na Am�rica do Sul (-0,3%), devido � queda nos pre�os dos produtos b�sicos e da demanda, diz o BID em um relat�rio.

Por pa�s, as exporta��es ca�ram 17,9% na Argentina; 23,5%, na Bol�via; 4,7%, na Col�mbia; 7,7%, no Equador; 4,8%, no Peru; 3,5%, no Uruguai; 20,2%, na Venezuela; 4,6%, em El Salvador; 4,8%, na Guatemala; 3,7%, em Honduras; e 1,5%, na Rep�blica Dominicana, em rela��o ao primeiro trimestre de 2022.

O Brasil registrou um aumento de 4,8% (inferior a 19% em 2022), e o M�xico, de 6,8% ante 16,9% no ano anterior.

Os �nicos pa�ses que tiveram melhora em rela��o a 2022 foram Chile (+10,7% contra 4%), Paraguai (23,4% contra -5,9%) e Costa Rica (14,1% contra 8,9%).

A demanda dos principais parceiros comerciais da regi�o "continuou, em uma tend�ncia de marcada desacelera��o", com 9% dos Estados Unidos; 8,4%, da Uni�o Europeia; -12% da �sia (excluindo a China); e 5,4%, da China.

Os pre�os dos principais produtos b�sicos exportados pela Am�rica Latina e Caribe se contra�ram nos �ltimos meses, com destaque para petr�leo (-18,2%), caf� (-12,6%), ferro (-11,9%), cobre (-11,1%), ou soja (-5,2%). J� o a��car apresentou alta de 15,1% em rela��o ao mesmo per�odo do ano anterior.

O estudo estima que "o maior reajuste de pre�os ocorreu no primeiro trimestre" e, "para o restante do ano, as cota��es se manter�o substancialmente est�veis, em n�veis historicamente altos".

O texto ressalta, no entanto, um contexto de incerteza, devido � "evolu��o das taxas de juros e da cota��o do d�lar, que costumam ter consequ�ncias diretas nos pre�os dos produtos b�sicos".

"Concluiu-se o ciclo comercial expansivo p�s-covid, e a regi�o se instalou em uma tend�ncia de desacelera��o das exporta��es, destinada a continuar no pr�ximo trimestre e a se estabilizar na segunda metade do ano", afirma o coordenador do estudo, Paolo Giordano, citado em um comunicado.


receba nossa newsletter

Comece o dia com as not�cias selecionadas pelo nosso editor

Cadastro realizado com sucesso!

*Para comentar, fa�a seu login ou assine

Publicidade

(none) || (none)