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Estado de Minas

Assaltos a bancos ca�ram 82% em dez anos, diz Febraban


postado em 28/02/2011 18:47

O n�mero de assaltos a ag�ncias banc�rias de todo o pa�s caiu 82% nos �ltimos dez anos, por causa da colabora��o estreita da comiss�o de seguran�a dos bancos com as pol�cias estaduais e, �s vezes, com a Pol�cia Federal, disse nesta segunda-feira (28) o diretor t�cnico da Federa��o Brasileira de Bancos (Febraban), Wilson Gutierrez.
 
Segundo ele, foram registrados 1.903 assaltos a ag�ncias em 2000, contra 337 casos no ano passado. Queda que, no seu entender, decorre basicamente da colabora��o entre os diferentes agentes de seguran�a e das medidas de vigil�ncia implantadas, que resultaram em gastos de R$ 9,4 bilh�es pela rede banc�ria em 2010.
 
Entre as medidas mais efetivas de colabora��o policial, ele disse que a Pol�cia Militar de S�o Paulo prop�s, no ano passado, que policiais visitassem as ag�ncias para fazer palestras aos usu�rios e banc�rios sobre cuidados necess�rios para evitar a a��o de assaltantes nas ag�ncias e para inibir os casos de “saidinha” (assalto nos arredores da ag�ncia, com a ajuda de “olheiros” que atuam dentro das ag�ncias).
 
Ele disse que a proposta foi imediatamente encampada pela Febraban. Os policiais paulistas come�aram a campanha-piloto em ag�ncias na regi�o de Mogi das Cruzes, com palestras e distribui��o de folders com recomenda��es de seguran�a. A campanha foi levada para a regi�o metropolitana de S�o Paulo, em dezembro do ano passado, com “excelentes resultados”, segundo Gutierrez. Tanto que a Febraban quer estender a a��o a todo o estado.
 
Segundo ele, esse tipo de colabora��o mostra efici�ncia, ao contr�rio de propostas de projetos de lei que defendem a cria��o de biombos nos caixas para impedir a a��o de “olheiros” e a proibi��o de uso de celulares, capacetes ou gorros dentro das ag�ncias. Como os vigilantes e os banc�rios n�o t�m poder de pol�cia, ele diz que a sugest�o � in�cua.
 
O ideal, acrescentou, � a proibi��o de camel�s ou qualquer servi�o que provoque aglomera��o nas cal�adas dos bancos, que facilitam a presen�a de “pessoas indesej�veis” nas proximidades. O cuidado maior, disse ele, deve ser tomado pelo usu�rio, que deve evitar grandes saques e contatos com terceiros, al�m de n�o mostrar que sacou dinheiro e, quando poss�vel, se fazer acompanhar em caso de saque de valor alto.

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