O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov�veis (Ibama), Curt Trennepohl, disse nesta quarta-feira que ainda n�o � poss�vel dimensionar com precis�o os danos ao meio ambiente provocados pelo vazamento de �leo na Bacia de Campos.
O �leo come�ou a vazar de uma das plataformas da petroleira norte-americana Chrevron, no Campo de Frade, h� duas semanas. A Ag�ncia Nacional de Petr�leo (ANP) estima que o equivalente a 2,3 mil barris de petr�leo tenham vazado no oceano. Cada barril tem 159 litros. %u201C� imposs�vel dimensionar os danos nesse momento. O que posso dizer � que n�o temos informa��es concretas de que tenha havido morte de algum animal da ictiofauna ou de alguma ave%u201D, disse o presidente do Ibama, que est� na C�mara dos Deputados para uma audi�ncia p�blica sobre o vazamento. Segundo Trennepohl, a possibilidade de a mancha de �leo chegar �s praias � remota. %u201CEstamos acompanhando e monitorando e a opini�o t�cnica do Ibama � que � muita remota a possibilidade de atingir o litoral%u201D. Na segunda-feira (21), O Ibama multou a Chevron em R$ 50 milh�es, valor m�ximo previsto na Lei de Crimes Ambientais. Hoje pela manh�, a Chrevron entregou ao Ibama documentos solicitados pelo instituto para verificar se a empresa est� atuando em conformidade com a legisla��o ambiental.
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Ibama diz que danos ambientais do vazamento da Bacia de Campos ainda n�o podem ser dimensionados
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