O presidente da Chevron Brasil, George Buck, admitiu nesta quarta-feira que a empresa editou imagens do local do vazamento de �leo na Bacia de Campos, mas disse que a medida foi tomada para facilitar o envio das informa��es � Ag�ncia Nacional de Petr�leo (ANP).
“No in�cio do incidente tivemos dificuldade com banda larga para transmiss�o de dados, fizemos clipes [audiovisuais] curtos, mas relevantes, e transmitimos para a ANP. Foi para facilitar o envio das informa��es e de nenhuma forma tentava ocultar o porte do vazamento”, justificou.
Buck disse que todos os segundos de imagens que ficaram de fora da edi��o est�o � disposi��o da ANP.
O vazamento em um dos po�os da companhia no Campo de Frade foi identificado no dia 8 de novembro, e segundo estimativas da Chrevron, o equivalente a 2,4 mil barris de petr�leo vazaram no oceano. Cada barril tem 159 litros.
A ANP decidiu hoje suspender as atividades de perfura��o da Chevron no Brasil at� que sejam identificadas as causas e os respons�veis pelo vazamento de petr�leo e restabelecidas as condi��es de seguran�a no Campo de Frade. A ag�ncia tamb�m negou pedido da empresa para perfurar novo po�o na �rea com o objetivo de atingir o petr�leo da camada pr�-sal.
Na segunda-feira (21), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov�veis (Ibama) multou a Chevron em R$ 50 milh�es, valor m�ximo previsto na lei brasileira. A empresa ainda pode receber novas multas do Ibama e da ANP.
