Sorocaba, 21 - O corpo da brasileira Priscila Aparecida Franco da Silva, de 26 anos, morta no dia 8 de janeiro na Bol�via, n�o ser� trazido para o Brasil. A fam�lia n�o conseguiu dinheiro para bancar as despesas e o marido da jovem, Thiago Henrique Batista Ferreira, desistiu do traslado. A moradora de Campinas, interior de S�o Paulo, que estava gr�vida de seis meses, foi morta em Puerto Quijarro, vizinha de Corumb�, Mato Grosso do Sul, na fronteira entre os dois pa�ses.
Ferreira viajou com uma irm� da v�tima e fez o reconhecimento oficial do corpo, mas n�o tinha dinheiro para traz�-lo para o Brasil. Uma campanha iniciada nas redes sociais por amigos de Priscila arrecadou menos de R$ 800, bem abaixo dos R$ 25 mil necess�rios para o traslado. De acordo com o advogado Jos� Carlos dos Santos, de Corumb�, com a demora, o transporte ficou invi�vel pois o corpo est� entrando em decomposi��o.
Com a libera��o do corpo pelos legistas bolivianos, a fam�lia tem cinco dias para providenciar a crema��o, que tem custo de US$ 1,6 mil, equivalentes a quase R$ 6,5 mil. O advogado vai pedir a interfer�ncia do Consulado brasileiro para que o corpo seja cremado sem custos para a fam�lia. As cinzas seriam enviadas para Campinas.
Priscila desapareceu ap�s viajar como sacoleira para fazer compras de roupas em Puerto Quijarro. O corpo foi encontrado em um terreno baldio com ferimentos e marcas de viol�ncia sexual. Ela estava com as m�os amarradas. A per�cia concluiu que a jovem foi espancada, estuprada e morta por estrangulamento. A pol�cia boliviana investiga o caso, chegou a levantar a hip�tese de liga��o do crime com o narcotr�fico, mas ningu�m foi preso.
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Corpo de brasileira assassinada ser� cremado na Bol�via
A fam�lia n�o conseguiu dinheiro para bancar as despesas e o marido da jovem, Thiago Henrique Batista Ferreira, desistiu do traslado
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