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Estado de Minas GERAL

Entidades criticam mudan�as na grade de Engenharia


postado em 20/09/2018 08:54

A comunidade acad�mica e cient�fica, representada por 15 entidades nacionais, manifestou preocupa��o com a proposta de novas diretrizes curriculares para as gradua��es de Engenharia. A consulta p�blica para discutir as novas regras, elaboradas pelo Conselho Nacional de Educa��o (CNE) terminou na segunda-feira - entre as mudan�as criticadas est� a retirada de dispositivos que estabeleciam a carga hor�ria m�nima dos conte�dos e disciplinas a serem trabalhados pelos cursos.

A carta � assinada por institui��es como a Universidade de S�o Paulo (USP), Federais do Rio de Janeiro (UFRJ), de Minas Gerais (UFMG), de Pernambuco (UFPE) e Fluminense (UFF), entre outras. As entidades destacam que, ao n�o estabelecer "n�cleos de conte�dos gerais", a proposta abre possibilidade para que sejam aprovados cursos de Engenharia sem disciplinas b�sicas, como Matem�tica, F�sica e Qu�mica.

"Isso constitui um grande risco para a sociedade, por possibilitar a cria��o de cursos que n�o possuam conte�dos fundamentais � forma��o do engenheiro, apenas utilizando o 'label' Engenharia de maneira impr�pria para atrair alunos desinformados e imputar danos irrepar�veis � sociedade", diz a carta.

"N�o � poss�vel formar engenheiros sem algumas disciplinas b�sicas. O Crea (Conselho de Engenharia, que regulamenta a atividade profissional na �rea) n�o vai poder negar o registro para quem se formar em cursos em que n�o se ensina conte�dos b�sicos, porque as faculdades v�o alegar que est�o cumprindo as diretrizes. Vai causar um conflito de interesses, abrindo possibilidade para mais precariza��o na forma��o", diz Cl�udia Morgado, diretora da Escola Polit�cnica da UFRJ.

Evas�o

Essa foi a primeira revis�o das diretrizes curriculares de Engenharia em 16 anos. A avalia��o do CNE e de outras entidades que ajudaram a formular a proposta, � de que as normas atuais desmotivam o aluno - a carreira tem a mais alta taxa de evas�o do Pa�s, com metade dos ingressantes abandonando a faculdade. A resolu��o atual prev�, por exemplo, que ao menos 30% da carga hor�ria das engenharias seja voltada para o n�cleo de conte�dos b�sicos, que acabam se concentrando especialmente nos dois primeiros anos, e fixa s� 15% para conte�dos profissionalizantes.

A proposta do CNE n�o estabelece carga hor�ria m�nima, apenas orienta que devem ser implementadas "desde o in�cio do curso" atividades que integrem a parte te�rica � pr�tica. O conselho diz que as novas diretrizes pretendem deixar a organiza��o dos cursos mais flex�vel, interdisciplinar e voltada � pr�tica da profiss�o.
Em nota, o CNE diz que conduz o debate em articula��o com diversos representantes da sociedade e que recebeu contribui��es que ainda est�o sendo consolidadas. Ap�s aprova��o no conselho, ainda sem data prevista, as novas diretrizes precisam ser homologadas pelo MEC. As informa��es s�o do jornal O Estado de S. Paulo.


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