Warning: mkdir(): No space left on device in /www/wwwroot/lugardafinancas.com/zhizhutongji.php on line 51 Dia da gula: a diferen�a entre comer demais e a compuls�o - Sa�de - Estado de Minas-lugardafinancas.com2 || 1
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A gula pode ser o sintoma de uma tentativa malsucedida de suprimir algumas emo��es
dunkindonies/Pixabay
Quem nunca cometeu o pecado da gula? O Dia da Gula, institu�do em 26 de janeiro, � um convite para que as pessoas comemorem com fartura. Mas sabemos, no entanto, que comer demais faz mal � sa�de. Eventualmente, exagerar ao se deliciar com um prato de doce ou salgado � natural e bastante prazeroso, mas quando a situa��o se torna recorrente e deixa de ser um deleite, passando a ser uma fonte de sofrimento e ansiedade, � a hora de buscar ajuda profissional. A equipe do N�cleo de Compuls�o Alimentar da Holiste Psiquiatria destaca que a falta de controle pode caracterizar quadros como obesidade ou bulimia.
"A gula pode ser o sintoma de uma tentativa malsucedida de suprimir algumas emo��es. A pessoa come para se ver livre da ang�stia, por exemplo. Ela n�o tem fome e come al�m da sua necessidade como uma tentativa de tapar um buraco emocional. A primeira quest�o seria: o que � este vazio? O que podemos falar dele?", explica B�rbara Santos, psic�loga e coordenadora do N�cleo de Transtornos Alimentares da Holiste, que ainda aponta que o dist�rbio alimentar tem mais chances de desenvolver obesidade, c�lculo renal, diabetes, gastrite e outras doen�as.
A pessoa n�o tem fome, mas come al�m da sua necessidade como uma tentativa de tapar um buraco emocional
Pixabay
A gula � vista como aquilo que � excessivo na rela��o do indiv�duo com a comida. J� pelo vi�s m�dico, a alimenta��o � um paradigma de comportamento, como aquisi��o do controle e autocontrole. Assim, a pessoa compulsiva come em grandes quantidades e n�o consegue ter controle sobre o que est� ingerindo.
“Muitas vezes, os pacientes que buscam tratamento n�o conseguem caracterizar onde est� a fonte do problema, mas ao longo das sess�es com foco na sa�de mental, � comum que apare�am fatos relacionados a quest�es pessoais, marcas familiares e que muitas vezes n�o s�o falados e literalmente engolidos. S�o pontos importantes a serem escutados, falados e trabalhados junto com a equipe multidisciplinar, que tamb�m pode envolver nutricionistas e psiquiatras", relata a psic�loga.
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