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Estado de Minas

Com o aval de Dilma, ministro deve processar tucanos

Dilma reservou dois dias de sua agenda na semana para discutir a rea��o do ministro �s acusa��es do PSDB


postado em 29/11/2013 09:19 / atualizado em 29/11/2013 09:23

A presidente Dilma Rousseff coordenou pessoalmente o contra-ataque ao PSDB ao determinar que o ministro da Justi�a, Jos� Eduardo Cardozo, reagisse �s cr�ticas dos tucanos que acusam o governo de direcionar a investiga��o do cartel de trens em S�o Paulo para tentar abafar as pris�es do mensal�o. Dilma reservou dois dias de sua agenda na semana para discutir a rea��o.

Nessa quinta-feira, a presidente, o ministro e sua equipe de comunica��o conversaram por cerca de uma hora e meia no Pal�cio do Alvorada sobre o tema. As avalia��es foram de que o PSDB estava conseguindo “gritar mais alto”, estabelecendo que os tucanos seriam v�timas de uma arma��o de “aloprados” petistas e, ainda, de quebra, enfraquecendo Cardozo. “Eles est�o enlouquecidos. Querem mudar o foco e vir para cima de mim”, disse o ministro.

A ordem foi para reagir com veem�ncia, o que levou Cardozo a convocar uma segunda coletiva de imprensa num intervalo de tr�s dias. Ontem, anunciou que vai processar os que o “caluniaram” e “ofenderam”.

Reunidos em Bras�lia na ter�a-feira, os tucanos, comandados pelo senador A�cio Neves, pr�-candidato do partido � Presid�ncia, fizeram duras declara��es contra Cardozo, pediram sua demiss�o e o chamaram de “aloprado”, “manipulador”, “irrespons�vel”, “farsante”, “indigno”.

A queixa dos tucanos se deve ao fato de o ministro ter recebido das m�os do deputado estadual licenciado Sim�o Pedro (PT) documentos de autoria do ex-diretor da Siemens Everton Rheinheimer com acusa��es contra pol�ticos do PSDB e ter repassado o material para a Pol�cia Federal.

O jornal O Estado de S. Paulo revelou na semana passada o relat�rio principal das acusa��es de Rheinheimer, datado de abril deste ano. O texto cita “um forte esquema de corrup��o” nos governos tucanos em S�o Paulo, caixa 2 do PSDB e do DEM e propina a pol�ticos.

Os tucanos, ao atacarem o ministro da Justi�a na ter�a-feira, utilizaram um outro documento presente no material que chegou � Pol�cia Federal. Trata-se de uma carta que o ex-diretor da Siemens escreveu � sede da empresa na Alemanha em 2008. Essa carta tamb�m versava sobre o cartel. O PSDB apontou diferen�as na vers�o original, em ingl�s, da vers�o em portugu�s e acusou o PT de manipular as den�ncias, incluindo o nome do partido na vers�o traduzida.

Na mesma ter�a-feira, o ministro chamou os tucanos de “amigos” e pediu cautela nas investiga��es para n�o prejudic�-los. Na quarta-feira, chamou as queixas dos tucanos de “ris�veis”. Ontem ap�s novo encontro com Dilma, consolidou o discurso de enfrentamento. “� evidente que no Brasil algumas pessoas pretendem desfocar uma investiga��o s�ria e rigorosa para uma pol�mica eleitoral, uma disputa entre partidos. Querem uma cortina de fuma�a. Cada dia inventam uma coisa nova. Querem a investiga��o do mensageiro ao inv�s da mensagem”, disse Cardozo.

“No dia em que o ministro da Justi�a aceita ser chamado de vigarista, membro de quadrilha e n�o reagir ele n�o defende seu cargo. Os que representarem contra mim v�o ter que provar ou ser�o processados por cal�nia. Acho inaceit�vel que as pessoas atinjam a honra das outras de forma t�o baixa, t�o vil.”

O porta-voz da presidente, Thomas Traumann, que participou da reuni�o com Dilma e Cardozo, foi destacado para colaborar com a comunica��o do ministro. Na coletiva, Cardozo apresentou um power point, no estilo da presidente, para rebater a acusa��o de ter manipulado a carta de 2008. Segundo ele, a vers�o em ingl�s n�o � o mesmo documento da vers�o em portugu�s.

O ministro afirmou, mais de uma vez na entrevista, que os documentos que encaminhou � Pol�cia Federal cont�m um conjunto de informa��es mais amplo sobre as suspeitas de envolvimento de pol�ticos com corrup��o do cartel. “N�o � s� isso. � evidente que n�o se resume �s cartas.”


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