Bras�lia – A oferta de cr�dito tem ajudado a sustentar o expressivo avan�o do n�mero de estudantes de ensino superior, seja a modalidade p�blica ou privada. Somente o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) ofereceu cerca de R$ 450 milh�es no ano passado – valor recorde. Na Ideal Invest, a expectativa de alta na linha para financiamento universit�rio � de 30% este ano. Em 2010, 15 mil alunos usaram o servi�o na empresa especializada em solu��es financeiras para a educa��o. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An�sio Teixeira (Inep) calcula que mais de 800 mil pessoas se graduaram em 2009. Dessas, 639 mil estudavam em institui��es privadas. Entretanto, as altas mensalidades impedem o acesso das pessoas que n�o t�m condi��es de pagar os estudos superiores.
O Fies � uma das modalidades de cr�dito mais procuradas pelos estudantes. Atualmente, 480 mil contratos do fundo est�o em vig�ncia. As taxas de juros j� n�o assustam e t�m ficado cada vez mais atraentes aos estudantes. No in�cio do Fies, em 1999, a Caixa Econ�mica Federal – �nico banco que realizava o financiamento (hoje o Banco do Brasil tamb�m oferece o cr�dito) – cobrava juros anuais de 9%. Em 2006, diminuiu os encargos para 6,5% e, no ano passado, para 3,4%. Este ano, com novas regras no Fies, o prazo de car�ncia foi ampliado para tr�s semestres e o prazo de amortiza��o, em pagamentos peri�dicos, aumentou. Por exemplo, para um curso de quatro anos, o per�odo de amortiza��o passou para 13 anos.
A estudante de medicina Luana Dantas Barbosa, de 28 anos, conta que realizou o sonho de se matricular em um curso superior gra�as ao cr�dito universit�rio. "Os juros s�o bem baixos e n�o tenho medo de ficar sem emprego depois de me formar, j� que a minha profiss�o tem grande demanda. Na minha sala, cerca de 20 pessoas j� utilizaram o benef�cio", revela.
Qualifica��o Outra linha popular de financiamento universit�rio � o cr�dito Pravaler, gerido pela Ideal Invest. O financiamento — conveniado 174 institui��es privadas em todo o pa�s . Segundo o diretor-executivo do grupo, Carlos Furlan, a crescente exig�ncia por m�o de obra qualificada no pa�s acaba contribuindo para o aumento de matr�culas no ensino particular. No ano passado, cerca de 15 mil estudantes estavam inscritos no programa. "Neste ano, esperamos ter aproximadamente 20 mil alunos utilizando nosso financiamento", afirma Furlan.
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Cr�dito para educa��o se torna mais atraente para jovens
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