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Estado de Minas

Argentina passa a ter a maior carga tribut�ria da Am�rica Latina


postado em 21/01/2014 06:00 / atualizado em 21/01/2014 07:29

 A Argentina passou a ter a maior carga tribut�ria da Am�rica Latina e Caribe, ocupando o lugar que at� o ano passado pertencia ao Brasil, segundo estudo apresentado ontem pela Organiza��o para a Coopera��o e o Desenvolvimento Econ�mico (OCDE).

A receita do setor p�blico na Argentina em 2012, ano base do estudo, foi de 37,3% do Produto Interno Bruto (PIB), aumento de 2,6 pontos percentuais em rela��o ao ano anterior. No caso do Brasil, a fatia dos impostos e contribui��es foi de 36,3% do PIB, com 1,4 ponto de eleva��o sobre 2011.

Os dois pa�ses t�m carga de tributos superior at� mesmo � m�dia dos integrantes da OCDE, de 34,6%. A organiza��o re�ne os pa�ses mais ricos do mundo. Na Am�rica Latina, o �nico membro � o M�xico, que tem o �ndice mais baixo do grupo: 19,6%. O mais alto � o da Dinamarca, com 48%.

Segundo o presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributos (IBPT), Jo�o Eloi Olenike, o Brasil fica em 12º lugar no ranking mundial da fatia dos tributos em rela��o ao PIB. "Os pa�ses com um �ndice maior do que o brasileiro s�o muito desenvolvidos e oferecem servi�os p�blicos de grande qualidade", explicou.

Para Olenike, o novo estudo da OCDE surpreende pela eleva��o da carga na Argentina. “� consequ�ncia dos desmandos do atual governo do pa�s, que est� arrochando as empresas. Nem mesmo no Brasil se conseguiu elevar tanto os impostos em t�o pouco tempo", relatou.

REFORMA A carga brasileira era de 22% no in�cio do governo Sarney, em 1985, e desde ent�o veio crescendo constantemente. Al�m do alto custo dos tributos, h� cr�ticas � complexidade do sistema, com 63 impostos e contribui��es. "� poss�vel fazer uma reforma tribut�ria. Basta ter vontade pol�tica", afirmou Olenike.
A carga de impostos aumentou em 2012 em 14 dos 18 pa�ses da Am�rica Latina que integram o estudo, atingindo a m�dia de 20,7%. Houve queda em apenas quatro pa�ses: Chile, Guatemala, M�xico e Uruguai.

ONU rev� PIB

A Organiza��o das Na��es Unidas (ONU) rev� o crescimento do Brasil para baixo e o pa�s � o que mais sofre um corte nas proje��es de expans�o do PIB para 2014 e 2015 divulgadas pelo organismo. De acordo com a ONU, a economia nacional deve crescer 3% e 4,2% neste ano e no pr�ximo ante estimativa anterior de 4,5% e 5,6%, respectivamente. A entidade faz outro alerta: o d�ficit brasileiro pode ser um obst�culo para o crescimento nos pr�ximos anos e revela que no per�odo entre 2005 e 2012, o Brasil registrou um dos desempenhos mais fracos entre todos os emergentes, de 3,6%.


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