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Estado de Minas

Al�m de governo federal, alguns Estados tamb�m preparam concess�es, diz ABCR


postado em 28/05/2015 12:01

S�o Paulo, 28 - Enquanto aguarda o an�ncio oficial do novo pacote de concess�es do governo federal, que est� previsto para ser divulgado no in�cio de junho, o setor de concess�es de rodovias v� movimenta��o tamb�m nos Estados para a elabora��o de pacotes com rodovias estaduais, segundo o presidente da Associa��o Brasileira de Concession�rias de Rodovias (ABCR), Ricardo Pinto Pinheiro.

"Neste rastro de an�ncio de concess�es, alguns Estados tamb�m est�o se mexendo para desenhar programas de concess�es, antevendo dificuldades or�ament�rias", disse o executivo, citando Goi�s e Paran�, al�m de Minas Gerais, que j� anunciou um chamamento p�blico a agentes privados para elaborar estudos de viabilidade para novos trechos de rodovia.

Sobre o programa federal, Pinheiro disse que as concession�rias est�o aguardando com expectativa o pacote, que deve trazer rodovias que j� eram previstas no Programa de Investimento Log�stica (PIL) e ainda n�o foram leiloadas, al�m dos quatro lotes de rodovias que foram objeto de chamamento p�blico para estudos de viabilidade.

"H� muita expectativa com o entorno (do programa), que n�o pode ser o trivial, o governo sabe que tem que dar mais elementos, mais atratividade, pelas condi��es de mercado que hoje s�o diferentes", afirmou.

Na sua avalia��o, o sucesso desse novo pacote depende de projetos com estudos de viabilidade de boa qualidade, com boa previs�o de fluxo de ve�culos, e condi��es de financiamento que permitam o investimento. "Financiamento de longo prazo � fundamental, e sei que o governo est� se mexendo, em especial com ag�ncia de fomento", disse.

Ele disse que as concession�rias t�m sentido uma maior disposi��o de di�logo com o setor privado por parte de diversos �mbitos do governo. "Essa � uma importante mudan�a que teve em rela��o ao ano passado", comentou.

Questionado sobre a possibilidade de incorpora��o de aditivos de contratos nas concess�es no pacote de concess�es, Pinheiro disse que isso depende de maturidade das negocia��es entre as concession�rias e o poder concedente. Ele lembrou que esses aditivos s�o previstos e est�o em constante negocia��o entre empresas e governo, com contrapartidas que s�o definidas caso a caso.

De acordo com ele, um reequil�brio pela onera��o da tarifa pode ser mais interessante do que a extens�o do prazo. Pinheiro considerou, por�m, que a amplia��o do prazo tamb�m pode ser ben�fica, "se a concession�ria tiver capacidade de financiamento."


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