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Estado de Minas

Em Davos, Macri tamb�m prega um Mercosul renovado


postado em 26/01/2018 08:06

Davos, 26 - A Argentina est� de novo aberta para neg�cios, depois de uma fase de isolamento, disse o presidente Maur�cio Macri numa sess�o do F�rum Econ�mico Mundial, retomando em pontos essenciais a mensagem transmitida no dia anterior, no mesmo audit�rio, por seu colega brasileiro Michel Temer.

Em dois dias, governantes das duas maiores economias da Am�rica do Sul apresentaram a executivos, investidores e pol�ticos, em Davos, uma profiss�o de f� democr�tico-liberal, num esfor�o para dissipar a imagem do populismo recente em seus pa�ses. Ao cumprir essa tarefa, apresentaram tamb�m um Mercosul diferente, restitu�do, nas palavras de Temer, � voca��o original de integra��o nos mercados mundiais.

No caso de Macri, a nova apresenta��o em sess�o plen�ria do f�rum � a continua��o de um trabalho. Empossado em dezembro de 2015, ele come�ou logo depois a proclamar a mudan�a de rumo do governo argentino, depois de 11 anos de kirchnerismo. Passados pouco mais de dois anos, ele tem resultados para exibir. O crescimento voltou. No terceiro trimestre do ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) foi 4,2% maior que o de igual per�odo de 2016. A compara��o de tr�s trimestres com tr�s do ano anterior indicou um avan�o de 2,5%.

Macri tamb�m mencionou o combate � infla��o, mas sem detalhar o assunto. A infla��o de fato caiu - de 40% em 2016 para 24,8% em 2017. Mas ficou de novo acima das expectativas anunciadas pelo governo, de um resultado entre 20% e 22%. Mas houve melhora, apesar de tudo, e, al�m disso, os n�meros divulgados pelo Instituto Nacional de Estat�sticas e Censos (Indec) t�m mais credibilidade que na fase kirchnerista.

Durante anos, dados econ�micos da Argentina publicados pelo Fundo Monet�rio Internacional (FMI) foram acompanhados de ressalvas quanto � sua veracidade. Sem mencionar esse hist�rico, Macri real�ou pelo menos o aumento da transpar�ncia e da credibilidade.

Transpar�ncia e fiscaliza��o foram temas ainda citados por Macri, na resposta a uma pergunta sobre o combate � corrup��o no Brasil e na Argentina. Macri citou de forma positiva as opera��es desenvolvidas no Brasil e citou esfor�os semelhantes em curso em seu pa�s.

Como Temer, o presidente argentino real�ou a fase p�s-populista do Mercosul. Segundo Macri, esse bloco j� foi o mais fechado e mais protecionista do mundo, mas agora est� voltado para a busca de mais parcerias comerciais. O objetivo imediato � a conclus�o do acordo com a Uni�o Europeia, em negocia��o h� mais de 20 anos.

Desta vez, o grande obst�culo � a resist�ncia dos agricultores europeus - posi��o respaldada pelo governo de uma das maiores pot�ncias europeias, a Fran�a. Com encontro marcado em Davos com o presidente franc�s, Emmanuel Macron, Macri expressou a esperan�a de convencer o colega franc�s das vantagens do acordo.

Seguran�a alimentar

Macri insistiu, tanto no discurso quanto na entrevista coletiva concedida mais tarde, no potencial do Mercosul como garantidor da seguran�a alimentar em todo o mundo. Esse � um dos tr�s grandes temas propostos por Buenos Aires para as discuss�es do Grupo dos 20 (G-20) em 2018. Neste ano, a Argentina exercer� a presid�ncia rotativa do grupo, formado pelas maiores economias, tanto desenvolvidas quanto emergentes.

O primeiro tema � o futuro do trabalho. Para cuidar disso ser� necess�rio um grande esfor�o de educa��o e treinamento. A conclus�o de todos os trabalhadores nas condi��es de tecnologia e produ��o do mundo globalizado depender� desse esfor�o. O segundo tema � o cuidado com a infraestrutura, com programas de expans�o, de moderniza��o e de elimina��o das defici�ncias. Isso � parte da pol�tica interna desenhada pelo governo argentino. Como no Brasil, essa pol�tica envolve licita��es de projetos e servi�os e a mobiliza��o de capitais privados. O terceiro tema � a seguran�a alimentar.

Romaria

Foi montada este ano uma Casa Argentina, em Davos, onde Macri tem recebido pol�ticos e empres�rios para tratar da pauta do G-20 e tamb�m para discutir planos de investimento no pa�s. L� estiveram na ter�a-feira, 23, entre outras figuras, a chanceler alem� Angela Merkel, o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, a rainha M�xima, da Holanda, o empres�rio Bill Gates e presidentes de v�rios grupos multinacionais, como Cargill, Total e Siemens. As informa��es s�o do jornal

O Estado de S. Paulo.

(Rolf Kuntz, enviado especial)


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