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Estado de Minas

Inadimpl�ncia do consumidor sobe 2,1% em janeiro, maior alta desde junho/2016


postado em 09/02/2018 17:48

S�o Paulo, 09 - O �ndice de inadimpl�ncia do consumidor no Pa�s iniciou 2018 em alta, apesar dos sinais de retomada da economia, mostram levantamento do Servi�o de Prote��o ao Cr�dito (SPC Brasil) e da Confedera��o Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O volume de brasileiros com contas em atraso e com restri��es no CPF subiu 2,10% em janeiro na compara��o com o mesmo m�s de 2017. Conforme a pesquisa, o resultado � o mais elevado desde junho de 2016. Naquela ocasi�o, o indicador subiu 2,78%. Em rela��o a dezembro de 2017, sem ajuste, houve aumento de 0,96% na quantidade de devedores - o maior crescimento desde maio de 2017.

O contingente de pessoa f�sica inadimplente � de mais de 60,7 milh�es, o que representa 40% da popula��o adulta residente no Brasil, conforme a pesquisa.

A expectativa dos especialistas � que o volume de atrasos diminua, refletindo o recuo na taxa de juros e a melhora dos indicadores de atividade. Al�m disso, completa, a redu��o no n�vel de inadimpl�ncia tende a diminuir caso as expectativas de infla��o sob controle se confirmem.

"O que mais favorecer� um ciclo de queda da inadimpl�ncia ser� uma recupera��o mais acentuada do mercado de trabalho e a volta de ganhos na renda real do consumidor", explica o presidente da CNDL, Jos� Cesar da Costa.

Regi�es

De acordo com o indicador, a regi�o Sudeste concentra o maior n�mero absoluto de consumidores negativados, com 25,7 milh�es, o equivalente a 39% da popula��o adulta do local. Na sequ�ncia, aparece o Nordeste, onde 16,5 milh�es de consumidores est�o inadimplentes (ou 41%). No Sul do Pa�s, s�o 8,2 milh�es de brasileiros negativados, ou 37% da popula��o adulta. J� no Norte, s�o 5,4 milh�es de devedores (45% do total da popula��o residente, a maior entre as cinco regi�es), enquanto no Centro-Oeste, o total � de 4,9 milh�es de inadimplentes, ou 42% da sua popula��o.

Faixa et�ria

A faixa et�ria dos consumidores em que se observa o maior n�vel de inadimplentes � entre 30 e 39 anos, conforme o levantamento. A metade (50%) da popula��o iniciou 2018 com o nome inscrito em alguma lista de devedores - um total de 17,3 milh�es. Uma porcentagem significativa da popula��o com idade entre 40 e 49 anos (13,4 milh�es, ou 48% do total) tamb�m est� negativa.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti ressalta que � nessa fase da vida que a corrida ao cr�dito acaba sendo inevit�vel. "Em um momento de crise, pode ser dif�cil equilibrar o or�amento se n�o houver controle e disciplina", explica.

Entre os mais jovens (de 18 a 24 anos), a propor��o de inadimplentes cai para 20%, ou 4,8 milh�es. J� a popula��o idosa, entre 65 a 84 anos, chega a 31%, ou cinco milh�es de pessoas com o CPF inscritos em cadastros de inadimplentes. Nas demais faixas et�rias s�o 7,8 milh�es de inadimplentes entre 25 e 29 anos; 12,2 milh�es entre os que t�m 50 e 64 anos; e cerca de 232 mil idosos acima dos 85 anos nessa lista.

D�vida

O SPC Brasil e a CNDL ainda mostram que cinco em cada dez d�vidas pendentes (51%) de pessoas f�sicas no Pa�s t�m como credor algum banco ou institui��o financeira. A segunda maior representatividade est� no com�rcio (18% do total), seguido pelo setor de comunica��o (14%). Os d�bitos com empresas concession�rias de servi�os b�sicos como �gua e luz representam 8% das d�vidas n�o pagas no Brasil.

Conforme o levantamento, o volume de d�vidas em atraso caiu 1,94% em janeiro na compara��o com igual m�s de 2017. Em rela��o a dezembro, houve leve alta de 0,87%.

Os atrasos com empresas concession�rias de servi�os b�sicos como �gua e luz foi o que mostrou a maior queda de d�vidas em janeiro, de 7,12%. No com�rcio, esse porcentual ficou negativo em 6,97%.

As d�vidas banc�rias, que contemplam atrasos no cart�o de cr�dito, financiamentos, empr�stimos e seguros subiram 1,69% no per�odo, enquanto no setor de comunica��o, que engloba atrasos em contas de telefonia, internet e TV por assinatura, houve eleva��o de 9,01% de atrasos na compara��o com janeiro de 2017.

(Maria Regina Silva)


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