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Estado de Minas ECONOMIA

Tesouro diz que custo dos prefixados aumentou sensivelmente com incertezas


postado em 05/09/2018 19:10

O subsecret�rio da D�vida P�blica do Tesouro Nacional, Jos� Franco Medeiros de Morais, explicou nesta quarta-feira, 5, que o custo de emiss�o dos t�tulos prefixados aumentou significativamente nos �ltimos meses. Segundo ele, o �rg�o n�o sabe ainda se essa alta do custo � passageira.

"Eu tendo a acreditar que (esse aumento de custo) � transit�rio. Ent�o neste per�odo o Tesouro pode optar por emitir mais t�tulos atrelados � Selic. Essa � a estrat�gia dominante neste momento", afirmou. "Colocar mais t�tulos prefixados em um momento em que os custos est�o elevados n�o nos parece respons�vel", acrescentou.

O Tesouro Nacional anunciou uma altera��o no Plano Anual de Financiamento (PAF) de 2018 para acomodar um aumento da participa��o de t�tulos atrelados � Selic na composi��o total da D�vida P�blica Federal (DPF). A meta anterior ia de 31% a 35%, mas agora poder� ficar entre 33% e 37% at� o fim do ano. No fim de julho, esses t�tulos respondiam por 33,64% do total.

"Desde junho o Tesouro vem fazendo exerc�cios de reavalia��o do PAF. O an�ncio da revis�o do PAF aconteceu agora devido a uma deteriora��o sens�vel do cen�rio internacional, enquanto as incertezas do mercado dom�stico permanecem", explicou. "Talvez n�o seja necess�rio acabar o ano (com a participa��o dos pap�is de Selic) perto do teto de 37%, mas ganhamos flexibilidade. Estamos fazendo um hedge caso as condi��es de mercado continuam se deteriorando", completou.

Franco enfatizou que a diretriz de longo prazo do Tesouro para a administra��o da d�vida n�o se altera, e reafirmou que a revis�o do PAF � de curto prazo. A estrat�gia de longo prazo do Tesouro busca reduzir a parcela de t�tulos atrelados � Selic para 20% do total.

"Quando o Tesouro emite mais LFTs, ele est� assumindo o risco da taxa de juros. Mas acreditamos que, com a mudan�a da TJLP para a TLP, eventuais aumentos da Selic n�o sejam necess�rios para compensar o cr�dito direcionado. Ent�o o impacto da Selic na d�vida deve ser menor", concluiu.

Rolagem

Franco reafirmou ser poss�vel que a rolagem da D�vida P�blica Federal fique abaixo de 100% em 2018.

"Podemos usar recursos em caixa para pagar a d�vida. Nesse caso, aconteceria um n�mero de emiss�es menor e n�mero de opera��es compromissadas maior. Essa � uma op��o do gestor", completou.

O coordenador-geral de Planejamento Estrat�gico da D�vida P�blica, Luiz Fernando Alves, explicou que, se o Tesouro usar caixa pr�prio para pagar parte da d�vida, o Banco Central ter� que aumentar as opera��es compromissadas para enxugar esse aumento de liquidez no mercado. "Uma emiss�o menor que o vencimento de pap�is significa um volume maior de compromissadas, e vice-versa", acrescentou.


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