(none) || (none)
UAI
Publicidade

Estado de Minas ECONOMIA

Tafner diz propor regra de transi��o curta, mas justa para a Previd�ncia


postado em 08/11/2018 11:26

O economista Paulo Tafner, um dos autores da proposta de reforma da Previd�ncia entregue ao presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), destacou que o Brasil gasta em aposentadorias como pa�ses ricos e n�o basta resolver apenas o problema na Uni�o, mas tamb�m dos Estados e munic�pios. Neste contexto, a reforma tem que ter efeito fiscal importante e a entregue ao novo governo prev� per�odo de transi��o para as novas regras de 10 anos, na m�dia, contra 20 anos da proposta do governo de Michel Temer. "Propomos uma regra de transi��o curta, por�m palat�vel e justa."

Em evento nesta quinta no Insper, Tafner apresentou a proposta, que tem entre suas principais medidas permitir que mudan�as nas aposentadorias sejam feitas sem necessidade de uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional), o que d� mais flexibilidade para o sistema, disse o economista. Ele ressaltou que a proposta corrige as distor��es existentes e � baseada em dois princ�pios: "N�o podemos equalizar a previd�ncia aumentando a carga tribut�ria e n�o podemos perder um real de receita."

Ainda sobre a proposta, Tafner ressaltou que a ideia � garantir renda m�nima a todos os idosos do pa�s.

O economista observou que o Brasil est� envelhecendo muito rapidamente. Em 2060, as proje��es indicam que a popula��o de idosos vai ter triplicado, enquanto a de pessoas em idade ativa para trabalhar vai ter diminu�do, ou seja, ser� insustent�vel essa popula��o sustentar as aposentadorias dos idosos.

"O Brasil n�o s� vai ficar velho, mas vai ficar mais velho que seus competidores", disse ele, ressaltando que o pa�s vai ser o nono mais envelhecido entre as 100 economias mais populosas. Em 2050, o atual sistema previdenci�rio entraria em colapso, disse ele.

Tafner ressaltou que as despesas com Previd�ncia v�m crescendo R$ 50 bilh�es ao ano e a tend�ncia � deste crescimento prosseguir. "N�o basta uma CPMF, precisa ter uma CPMF por ano", disse ele ao falar da necessidade de recursos do sistema. � um sistema injusto, em que a empregada dom�stica aposenta 10 anos depois da patroa, afirmou, defendendo que sua proposta ataca este tipo de problema.


receba nossa newsletter

Comece o dia com as not�cias selecionadas pelo nosso editor

Cadastro realizado com sucesso!

*Para comentar, fa�a seu login ou assine

Publicidade

(none) || (none)