John Rodgerson, presidente da Azul, refuta o argumento de que a companhia est� usando artif�cios para mudar a regulamenta��o e conseguir as autoriza��es de pouso e decolagem (slots) da Avianca Brasil. "A Azul foi a �nica a apresentar propostas (na disputa pela Avianca Brasil) que preservariam empregos, consumidores e credores", diz. "J� a Gol fez um acordo no qual um �nico credor, o fundo de investimentos Elliott, levou para fora do Brasil US$ 70 milh�es, pagos antes dos funcion�rios, que provavelmente perderam empregos e rescis�es."
Segundo ele, a Azul n�o teria como j� operar na ponte a�rea, a partir de Congonhas. "Para competir na ponte a�rea, � preciso alta frequ�ncia de voos, no m�nimo um a cada hora", diz. "Hoje, a Azul tem s� 13 slots em Congonhas, n�mero inexpressivo se comparado aos mais de 260 slots de Gol e Latam."
Rodgerson diz, referindo-se aos pre�os praticados pela Azul, que todas as 106 cidades nas quais ela opera est�o abertas para que concorrentes coloquem voos. "Exceto um aeroporto, o de Congonhas", diz. "Os brasileiros merecem uma terceira op��o em Congonhas, aumentando a concorr�ncia." As informa��es s�o do jornal O Estado de S. Paulo.
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ECONOMIA
Azul diz n�o ter como competir na ponte a�rea
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